Por momozinho
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#19652
Durante o Império Romano, houve forte perseguição ao cristianismo católico, o qual ao final do século III deu por torna-se a religião oficial de Roma. Contudo após a queda do Império, durante a Idade Media, o catolicismo não rompeu com a lógica opressora e passou a caçar a todos que opuseram-se a ele. Assim o não rompimento deste ciclo de preconceito acarretou a continuidade da discriminação religiosa até os dias atuais no cenário brasileiro. Para compreender melhor essa questão é pertinente discorrer acerca dos caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil.
Inicialmente, urge destacar que as religiões vivem em uma constante disputa a fim de sobrepor uma a outra e provar sua superioridade. Convém notar que conforme Paulo Freire em seu livro, “ A pedagogia do oprimido”, o autor evidencia que a falta da educação libertadora leva ao oprimido a querer torna-se o opressor. Isso é notório em diversas vezes na história quando a religião subjugada assume o poder e passa a impor sua verdade por meio da força, como romanos e católicos, católicos e protestantes e outros mais, que leva as chamadas “guerras santas” , nas quais atuam no cotidiano quando em nome de um deus ocorre a destruição de locais de culto, o desrespeito as liturgias e as agressões para com o outro.
Além disso, deve-se dizer ainda eu as religiões que mais sofrem com a intolerância religiosa são de matriz africana, o que evidencia o racismo estrutural na sociedade. Ressalta-se aqui que a falta de informação acerca dessas levam ao preconceito. Segundo o pedagogo americano, Amos Alcott, “Ignorar à própria ignorância é a doença do ignorante”. Sendo assim não só a falta da informação, como também não aceitar recebe-la faz com que a sociedade “demonize” as religiões afro-brasileiras. Isso leva a discriminação religiosa, racial e ao desrespeito pelas escolhas das crenças alheias distintas.
Em suma, consoante a Durkheim “ A escola e a família são bases para a formação cidadã”. Assim cabe a escola se utilizar da educação com o proposito de incentivar o respeito a fé alheia, através de campanhas e debates dentro da instituição rompendo com o ciclo de preconceito pela educação libertadora de Freire. E não somente a escola, mas também é fundamental que a família atue na resolução da problemática junto as instituições de ensino, por meio da busca do conhecimento para a educação do filho, fazendo com que as diferenças religiosas não sejam um tabu. A fim de que seja eficiente o combate à intolerância no Brasil
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