- 01 Jun 2021, 09:38
#64916
Na célebre canção de Cazuza "O tempo não para", ele traz uma reflexão sobre o passado repetir-se no presente, que de fato, acontece na sociedade moderna em relação a exploração trabalhista. Visto que, esse problema que ainda é presente atualmente, e se mostra grave problema, deve ser contido. Nesse sentido, é preciso que estratégias sejam aplicadas para alterar essa situação que possui como causa e consequência: a insuficiente execução das leis e a fragilidade humana.
Sob esse viés, Jerzy Lec-expoente escritor- desenvolveu a ideia segunda qual, todos somos iguais perante a lei, mas não perante aos encarregados de fazê-las cumprir. Nesse contexto, a afirmação denunciada por Lec, s mostra existente na comunidade contemporânea, sua atuação é lesiva aos funcionários explorados e representa um grande dilema. Assim, enquanto a escassez da execução das leis se mantiver, o aproveitamento abusivo dos empregados também permanecerá.
Além disso, há uma fragilidade na dignidade humana dos trabalhadores. Diante desse aspecto, segundo a Constituição Federal de 1988-norma de maior hierarquia no sistema jurídico brasileiro- em seu artigo 1°, todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direito. A esse respeito, a norma citada não é realidade de operários que tem seus direitos privado pelos malfeitores para o qual trabalham.
Entende-se, diante do exposto a real necessidade de ações governamentais. Com isso, cabe ao poder executivo exercer efetivamente o cumprimento dessas leis, em defesa do trabalhador, e o poder Legislativo fiscalizar o cumprimento dessas leis, garantindo aos trabalhadores de seus direitos e bem-estar social. Assim, a música de Caixa não será mais válida para essa causa.
Sob esse viés, Jerzy Lec-expoente escritor- desenvolveu a ideia segunda qual, todos somos iguais perante a lei, mas não perante aos encarregados de fazê-las cumprir. Nesse contexto, a afirmação denunciada por Lec, s mostra existente na comunidade contemporânea, sua atuação é lesiva aos funcionários explorados e representa um grande dilema. Assim, enquanto a escassez da execução das leis se mantiver, o aproveitamento abusivo dos empregados também permanecerá.
Além disso, há uma fragilidade na dignidade humana dos trabalhadores. Diante desse aspecto, segundo a Constituição Federal de 1988-norma de maior hierarquia no sistema jurídico brasileiro- em seu artigo 1°, todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direito. A esse respeito, a norma citada não é realidade de operários que tem seus direitos privado pelos malfeitores para o qual trabalham.
Entende-se, diante do exposto a real necessidade de ações governamentais. Com isso, cabe ao poder executivo exercer efetivamente o cumprimento dessas leis, em defesa do trabalhador, e o poder Legislativo fiscalizar o cumprimento dessas leis, garantindo aos trabalhadores de seus direitos e bem-estar social. Assim, a música de Caixa não será mais válida para essa causa.
- 03 Jun 2021, 10:55
#65252
NATTY escreveu:@NATTY, @eurodrigoTrarei uma análise assim que possível. Ok, NATTY?
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