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Por ViiLeal
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Segundo Rene Descartes, pensar é sinônimo de existir, mas, ao contrário do seu pensamento, em âmbito brasileiro, tal ato vai além do conceito filosófico. Assim, para que os indivíduos sejam considerados cidadãos, os mesmos sofrem com a falta de acessibilidade para receber o primeiro documento oficial: a certidão de nascimento.
No ano de 2015, o IBGE contabilizou, no Nordeste, cerca de 828 mil pessoas sem registro de nascimento. Por conseguinte, podemos analisar que a falta de acessibilidade não encontra-se apenas por consequências financeiras, mas sim, pela pequena quantidade de profissionais encontrados nos órgãos emissores, tendo em vista as enormes filas que dão formadas nos mesmos, que são descritas pelos entrevistados da tese "Invisíveis" (Fundação Getúlio Vargas).
Apartir da promulgação da certidão de nascimento, o indivíduo pode retirar outros documentos civis. Todavia, em um cenário no qual o número de pessoas sem registro é alarmante, torna-se quase impossível a retirada de outros documentos, que auxiliarão na vida cotidiana. Em resposta, faz-se necessária uma intervenção que preze pelo bem-estar das pessoas.
Tendo em vista as consequências deixadas pela falta de acessibilidade, cabe ao Ministério do Trabalho fazer uma adição no número de funcionários, por meio de políticas públicas de ensino, que resultariam no crescimento expressivo de profissionais para a área (órgãos emissores). Por fim, ocorreria uma redução no número de pessoas sem registro.
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