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Por WellingtonXp
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No conto “o sonho de um homem ridículo”, de Dostoiévski, apresenta se a história de um narrador que sonha com uma sociedade perfeita, a qual é marcada pela ausência de mazelas sociais. Fora da ficção, a nação Brasileira destoa do enredo supracitado, uma vez que o a invisibilidade civil é um empecilho para ser superado. Dessa maneira, é necessário medidas para superar esse impasse, o qual tem como causas o a exclusão social e a falta de mídia.
Primeiramente, a sociedade é determinante para a permanência do impasse em meio a nação. Nesse contexto, a escritora Marina Colasanti em sua crônica “eu sei, mas não devia”, elucida acerca de como as pessoas fecham os olhos diante dos problemas sociais. Em analogia, pode ser exemplificado o preconceito na sociedade, que fingem não enxergar. Diante disso, a apatia social não se faz presente.
Ademais, outra causa é a falta de mídia em cima do assunto. Dificilmente vê-se nas redes sociais, televisões, jornais algo relacionado a invisibilidade e registro civil. Deixando assim, esses indivíduos fora de alcance. De acordo com o último senso do IBGE, o Brasil tem cerca de 213 milhões de pessoas, e muitas delas não tem garantia de acesso à cidadania.
Destarte, é indiscutível maneiras para solucionar a questão da invisibilidade civil no país. Para isso, o governo federal, cuja função é zelar dos seus cidadãos, junto com o ministério da educação, por meio de paletras, afim de tentar mudar o pensamento das pessoas, fazendo com que elas desenvolvam empatia. As redes sociais, também, podem ser um meio usado pelo MEC. Dessa forma, a realidade se aproximará da obra citada inicialmente.
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