- 25 Nov 2021, 16:26
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No século XX, devido à perseguição nazista na Europa, o escritor austríaco Stefan Zweig mudou-se para o Rio de Janeiro; sendo impressionado com potencial da nova casa, Zweig escreveu o livro "Brasil: país do futuro". Entretanto, quando se observa a questão da invisibilidade e registro civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil, percebe-se que a célebre profecia não saiu do papel. Desse modo, torna-se premente examinar os principais impactos desse entrave: estima populacional e omissão estatal. Nesse sentido, é válido analisar não só as causas, como as consequências e alternativas para resolver esse fenômeno.
Convém ressaltar, em primeiro plano, que a problemática advém do estigma populacional. Sob essa perspectiva, isso acontece porque as pessoas que não têm seus documentos se define como alguém inferior que, no decorrer de formação do Estado brasileiro, fez-se presente durante parte significativa do processo, uma vez que esse fator ocasiona uma exclusão social. Nessa conjuntura, pode-se fundamentar pelo filósofo estoico Sêneca, no qual acredita que é parte da cura o desejo de ser curado. Logo, é substancial a mudança desse quadro.
Além disso, a omissão estatal funciona como obstáculo para tal atenuação. Sob esse viés, isso decorre porque o Governo só permite a acessibilidade aos direitos sociais ao indivíduo que possue documentação. Nesse aspecto, esse acontecimento gera insenção de práticas importantes, como: votar. A exemplo, tem-se Zygmunt Bauma, filósofo e sociólogo polonês, que diz: " não são as crises que mudam o mundo, e sim nossa reação a elas". Dessarte, é preciso reverter essa situação.
Portanto, são imprescindíveis medidas para modificação desse cenário. Para isso, a mídia nacional- por intermédio de programas televisivos de grande audiência, deve discutir o assunto com profissionais especialistas na área, exemplo: psicólogos e psicopedagogos, com o objetivo de concientizar à população que sua identidade não é definida por um papel e não ter documentos, também é ser cidadão- essa medida ocorrerá por meio da elaboração de um projeto estatal, em parceria com Ministério das Comunicações- órgão responsável por gerenciar políticas nacionais em áreas correlatas, como a inclusão digital. Dessa maneira, poder-se-á atenuar a invisibilidade em relação a falta do registro civil para que não seja um dos empecilhos da profecia de Stefan Zweig.
Convém ressaltar, em primeiro plano, que a problemática advém do estigma populacional. Sob essa perspectiva, isso acontece porque as pessoas que não têm seus documentos se define como alguém inferior que, no decorrer de formação do Estado brasileiro, fez-se presente durante parte significativa do processo, uma vez que esse fator ocasiona uma exclusão social. Nessa conjuntura, pode-se fundamentar pelo filósofo estoico Sêneca, no qual acredita que é parte da cura o desejo de ser curado. Logo, é substancial a mudança desse quadro.
Além disso, a omissão estatal funciona como obstáculo para tal atenuação. Sob esse viés, isso decorre porque o Governo só permite a acessibilidade aos direitos sociais ao indivíduo que possue documentação. Nesse aspecto, esse acontecimento gera insenção de práticas importantes, como: votar. A exemplo, tem-se Zygmunt Bauma, filósofo e sociólogo polonês, que diz: " não são as crises que mudam o mundo, e sim nossa reação a elas". Dessarte, é preciso reverter essa situação.
Portanto, são imprescindíveis medidas para modificação desse cenário. Para isso, a mídia nacional- por intermédio de programas televisivos de grande audiência, deve discutir o assunto com profissionais especialistas na área, exemplo: psicólogos e psicopedagogos, com o objetivo de concientizar à população que sua identidade não é definida por um papel e não ter documentos, também é ser cidadão- essa medida ocorrerá por meio da elaboração de um projeto estatal, em parceria com Ministério das Comunicações- órgão responsável por gerenciar políticas nacionais em áreas correlatas, como a inclusão digital. Dessa maneira, poder-se-á atenuar a invisibilidade em relação a falta do registro civil para que não seja um dos empecilhos da profecia de Stefan Zweig.