- 01 Dez 2021, 10:25
#83443
A Constituição Federal de 1988, ordem maior da hierarquia do sistema jurídico brasileiro, assegura o direito à cidadania a todos os residentes do país. No entanto, a invisibilidade das pessoas que não possuem certidão de nascimento dificulta a efetivação dessa premissa da Lei maior. Nesse sentido, a negligência estatal e a displicência da mídia protagonizam a manifestação do revés.
Diante desse cenário, convém pontuar que a falta de atitude do poder público como fomentadora da adversidade. Nesse caso, é lícito rememorar os estudos de Thomas Hobbes, nos quais o filósofo inglês afirmou que é dever do estado proporcionar meios que garantam o progresso de toda a sociedade. Tal concepção, todavia, não acontece na prática, visto que as autoridades administrativas não atuam na formulação de práticas resolutivas para o problema, como a criação de campanhas para levar até às regiões mais pobres os profissionais qualificados, os quais fariam a certidão de nascimento da população gratuitamente. Logo, é importante que a instituição a fim de mitigar a falta de garantia de acesso a cidadania no Brasil, reúna-se e análise sua conduta para com o problema.
Ademais, é importante discutir sobre a displicência da mídia com o revés. Nesse sentido, consoante ao insigne sociólogo polonês Zygmunt Bauman, algumas instituições deixaram de exercer seu papel social, operando como "zumbis". Sob tal ótica, a falta de exposição midiática acerca do assunto, revela a face zumbificada da instituição, haja vista que, a mídia, através dos telejornais, é responsável por expor os problemas da sociedade e cobrar respostas e atitudes do governo. Destarte, urge que a instituição reconheça seu papel para com o corpo social e volte a exercer seu papel.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o imbróglio. Com vistas a isso, cabe ao governo, por meio um programa - que pode ser chamado " Cidadania para todos" - levar até às regiões mais pobres profissionais que façam os registros de nascimento, com o intuito de mitigar a falta de garantia de acesso a cidadania brasileira. Outrossim, os telejornais devem criar quadros para expor o trabalho feito pelo governo e, assim, incentivarem mais cidadãos a fazerem seu documento.
Diante desse cenário, convém pontuar que a falta de atitude do poder público como fomentadora da adversidade. Nesse caso, é lícito rememorar os estudos de Thomas Hobbes, nos quais o filósofo inglês afirmou que é dever do estado proporcionar meios que garantam o progresso de toda a sociedade. Tal concepção, todavia, não acontece na prática, visto que as autoridades administrativas não atuam na formulação de práticas resolutivas para o problema, como a criação de campanhas para levar até às regiões mais pobres os profissionais qualificados, os quais fariam a certidão de nascimento da população gratuitamente. Logo, é importante que a instituição a fim de mitigar a falta de garantia de acesso a cidadania no Brasil, reúna-se e análise sua conduta para com o problema.
Ademais, é importante discutir sobre a displicência da mídia com o revés. Nesse sentido, consoante ao insigne sociólogo polonês Zygmunt Bauman, algumas instituições deixaram de exercer seu papel social, operando como "zumbis". Sob tal ótica, a falta de exposição midiática acerca do assunto, revela a face zumbificada da instituição, haja vista que, a mídia, através dos telejornais, é responsável por expor os problemas da sociedade e cobrar respostas e atitudes do governo. Destarte, urge que a instituição reconheça seu papel para com o corpo social e volte a exercer seu papel.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o imbróglio. Com vistas a isso, cabe ao governo, por meio um programa - que pode ser chamado " Cidadania para todos" - levar até às regiões mais pobres profissionais que façam os registros de nascimento, com o intuito de mitigar a falta de garantia de acesso a cidadania brasileira. Outrossim, os telejornais devem criar quadros para expor o trabalho feito pelo governo e, assim, incentivarem mais cidadãos a fazerem seu documento.