- 14 Mar 2022, 16:34
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Conforme o cientista Albert Einstein: “Se tornou aparentemente óbvio que nossa tecnologia excedeu nossa humanidade” esta frase se aplica a situação do Brasil no sentido de que o avanço tecnológico, se mostrou eficaz na economia, como por exemplo na implementação do Pix. Porém, essa digitalização exclui a parcela da população a quem não possui internet ou outros meios de obtê-la. Isso ocorre, pois o Estado não se preocupa em levar internet a estes espaços, além da vulnerabilidade social deixá-los desprotegidos de golpes financeiros.
Nesse viés, precisa-se destacar os benefícios do uso da internet para disseminar informação de maneira mais fácil e rápida, a uma grande quantidade de pessoas ao mesmo tempo, este fato passou a otimizar o tempo dos cidadãos os mantendo sempre informados. A respeito disso, é necessário analisar a dificuldade encontrada pelos moradores das comunidades restritas de boas condições, os quais refletem a desigualdade social no país, de conseguirem acesso as notícias em tempo real. De acordo com o IBGE mais de 40 milhões de brasileiros não possui acesso à internet, sendo que a implementação deste direito na constituição já entrou em vigor desde 2014, obrigando o Governo a disponibilizá-lo sem haver exclusão.
Vale ressaltar, que a população de baixa renda possui limites quanto a diversos serviços de qualidade e de infraestrutura como ocorre com a educação. Estar alheio ao conhecimento contribui para essas pessoas se torarem vulneráveis a possíveis golpes envolvendo recursos digitais, tornando-os “vítimas fáceis” para as situações no qual o golpista usa da falta de escolaridade para roubar alguma quantia sem nem mesmo ter contato físico com a vítima. Segundo o G1, a Receita Federal bloqueou, mais de 2,7 milhões de tentativas de golpe envolvendo o Pix, além disso, a reportagem ainda diz que os idosos se encontram como maiores alvos por não estarem inseridos no âmbito digital.
Portanto, é necessário possuir um olho clínico em razão do etarismo e da segregação presentes na sociedade. Com isso, será preciso que o Governo insira estes grupos a digitalização implantando internet nos locais mais afastados, além de orientá-los pela comunicação informativa os ensinos básicos para o uso destas ferramentas. Isso será feito por meio do Ministério da Ciência e Tecnologia, tendo como uma das suas ações, a política nacional de telecomunicações. Deste modo, a inclusão social avançará para um País mais justo.
Nesse viés, precisa-se destacar os benefícios do uso da internet para disseminar informação de maneira mais fácil e rápida, a uma grande quantidade de pessoas ao mesmo tempo, este fato passou a otimizar o tempo dos cidadãos os mantendo sempre informados. A respeito disso, é necessário analisar a dificuldade encontrada pelos moradores das comunidades restritas de boas condições, os quais refletem a desigualdade social no país, de conseguirem acesso as notícias em tempo real. De acordo com o IBGE mais de 40 milhões de brasileiros não possui acesso à internet, sendo que a implementação deste direito na constituição já entrou em vigor desde 2014, obrigando o Governo a disponibilizá-lo sem haver exclusão.
Vale ressaltar, que a população de baixa renda possui limites quanto a diversos serviços de qualidade e de infraestrutura como ocorre com a educação. Estar alheio ao conhecimento contribui para essas pessoas se torarem vulneráveis a possíveis golpes envolvendo recursos digitais, tornando-os “vítimas fáceis” para as situações no qual o golpista usa da falta de escolaridade para roubar alguma quantia sem nem mesmo ter contato físico com a vítima. Segundo o G1, a Receita Federal bloqueou, mais de 2,7 milhões de tentativas de golpe envolvendo o Pix, além disso, a reportagem ainda diz que os idosos se encontram como maiores alvos por não estarem inseridos no âmbito digital.
Portanto, é necessário possuir um olho clínico em razão do etarismo e da segregação presentes na sociedade. Com isso, será preciso que o Governo insira estes grupos a digitalização implantando internet nos locais mais afastados, além de orientá-los pela comunicação informativa os ensinos básicos para o uso destas ferramentas. Isso será feito por meio do Ministério da Ciência e Tecnologia, tendo como uma das suas ações, a política nacional de telecomunicações. Deste modo, a inclusão social avançará para um País mais justo.