- 19 Ago 2020, 15:33
#33862
As mortes violentas por razões de gênero são um fenômeno global e vitimizam mulheres todos os dias, como consequência da posição de descriminação estrutural e da desigualdade de poder,que inferioriza e subordina as mulheres aos homens.
No Brasil as estatísticas mostram que em 2019 teve um alto número de feminidios de 14,1 em relação a 2018.No entanto um aumento de 7,3 nesses casos.
O levantamento feito pelo G1 com base nos dados oficiais dos 26 Estados e Distrito Federal. São 1.314 mulheres mortas pelo fato de serem mulheres.
O levantamento faz aperte do Monitor da Violência da USP e o Fórum de Segurança Pública. O primeiro estudo feito sobre feminidios no país foi publicado no Monitor em 2018; e desde então, ela é feita todos os anos.
Seriam menos mulheres mortas e agredidas diariamente, se houvessem , lei preventivas onde mulheres tivessem um aconselhamento e acolhimento para saberem que não precisam continuar com seu agressor, que por muitas vezes não agride ou ameaça apenas a mulher, mas também a família toda.
Dessa forma , haveria a diminuição de feminidios, pois o medo da mulher em sítios é a falta de apoio e a incerteza de que pode sair desse ciclo vicioso ao qual o agressor a fez acreditar que é incapaz de se livrar.
No Brasil as estatísticas mostram que em 2019 teve um alto número de feminidios de 14,1 em relação a 2018.No entanto um aumento de 7,3 nesses casos.
O levantamento feito pelo G1 com base nos dados oficiais dos 26 Estados e Distrito Federal. São 1.314 mulheres mortas pelo fato de serem mulheres.
O levantamento faz aperte do Monitor da Violência da USP e o Fórum de Segurança Pública. O primeiro estudo feito sobre feminidios no país foi publicado no Monitor em 2018; e desde então, ela é feita todos os anos.
Seriam menos mulheres mortas e agredidas diariamente, se houvessem , lei preventivas onde mulheres tivessem um aconselhamento e acolhimento para saberem que não precisam continuar com seu agressor, que por muitas vezes não agride ou ameaça apenas a mulher, mas também a família toda.
Dessa forma , haveria a diminuição de feminidios, pois o medo da mulher em sítios é a falta de apoio e a incerteza de que pode sair desse ciclo vicioso ao qual o agressor a fez acreditar que é incapaz de se livrar.