- 15 Jul 2021, 19:18
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A Segunda Guerra Mundial teve como um dos seus acontecimentos, a perseguição do líder da Alemanha, Hitler, sob os judeus e todos aqueles que segundo ele, não pertenciam à raça ariana. Esse fato resultou na fuga de vários alemães para outros países, em busca de sobrevivência. Hodiernamente, essa circunstância não se difere, pois, a xenofobia, fome, guerrilhas e as disputas políticas ainda estão presentes.
A questão dos refugiados é alarmante. Em primeira instância, pode-se citar a Síria, país que está em guerra civil desde 2011. Essa disputa de poder causou segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos mais de 388 mil mortos, e aqueles que não foram, tiveram que se deslocar para outros países em busca de felicidade. Infelizmente, nem todas as fugas tiveram notícias boas. Como o caso do Alan Kurdi, criança de apenas 3 anos, que após tentar fugir do caos, foi encontrada sem seus sinais vitais, no mar à costa de Bodrum, na Turquia.
Em segunda instância, tem os acontecimentos que até então, ocorre na Venezuela. O país da América do Sul passa por uma crise econômica desde 2013, com a entrada de Nicolas Maduro ao poder. Sem dúvidas, sob esse cenário, a população se vê em desespero, visto que a fome, o desemprego e o aumento dos preços vão se tornar um problema no país. Muitos recorrem à manifestação e outros, que preferem se preservar, saem em busca de um estilo de vida melhor, tendo como principal destino, a nação verde-amarela.
Dessa forma, diligências precisam ser tomadas a fim de que tenham uma nova oportunidade. Será necessário que a ONU crie ONGS, como a Caritas Arquidiocesana, por meio de acordo com os países, com intuito de manter a integridade física e mental dos refugiados, fazendo com que tenham conforto e segurança em seu novo lar. Tendo também como necessidade, a abertura de novas portas de emprego e amplificação de áreas de trabalhos que são mais especializados, através da concessão de determinados presidentes, tendo como finalidade um bom quadro financeiro.
A questão dos refugiados é alarmante. Em primeira instância, pode-se citar a Síria, país que está em guerra civil desde 2011. Essa disputa de poder causou segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos mais de 388 mil mortos, e aqueles que não foram, tiveram que se deslocar para outros países em busca de felicidade. Infelizmente, nem todas as fugas tiveram notícias boas. Como o caso do Alan Kurdi, criança de apenas 3 anos, que após tentar fugir do caos, foi encontrada sem seus sinais vitais, no mar à costa de Bodrum, na Turquia.
Em segunda instância, tem os acontecimentos que até então, ocorre na Venezuela. O país da América do Sul passa por uma crise econômica desde 2013, com a entrada de Nicolas Maduro ao poder. Sem dúvidas, sob esse cenário, a população se vê em desespero, visto que a fome, o desemprego e o aumento dos preços vão se tornar um problema no país. Muitos recorrem à manifestação e outros, que preferem se preservar, saem em busca de um estilo de vida melhor, tendo como principal destino, a nação verde-amarela.
Dessa forma, diligências precisam ser tomadas a fim de que tenham uma nova oportunidade. Será necessário que a ONU crie ONGS, como a Caritas Arquidiocesana, por meio de acordo com os países, com intuito de manter a integridade física e mental dos refugiados, fazendo com que tenham conforto e segurança em seu novo lar. Tendo também como necessidade, a abertura de novas portas de emprego e amplificação de áreas de trabalhos que são mais especializados, através da concessão de determinados presidentes, tendo como finalidade um bom quadro financeiro.