- 29 Set 2021, 19:51
#78332
A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo cinco, que todos os indivíduos são iguais perante a lei, tendo a viabilidade do direito a liberdade e igualdade. Entretanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa que as mulheres não estão totalmente incluídas no âmbito esportivo, dificultando, deste modo, a universalidade desse direito social. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem nesse quadro.
Em primeiro plano, vale salientar a importância da homogeneidade dos gêneros sexuais no esporte, especialmente no futebol, onde o gênero masculino tem uma maior participação e visibilidade, ao contrario das mulheres, que não tem sido notada nesse setor de tamanha importância mundial. Ressaltando o contexto histórico da Grécia-antiga, onde as mulheres eram consideradas ‘'sexo frágil’’, isso mostra que a desigualdade de gênero e machismo ainda é fortemente presente na sociedade.
Ademais, é fundamental apontar as mídias sociais e a masculinidade toxica, como impulsionador dessa falta de engajamento e notoriedade das mulheres no futebol brasileiro. Apesar do feminismo vim crescendo no século vinte e um, essa concepção machista não tem sido mudada por completo, havendo uma resistência de pensamentos baseados em séculos passados.
Logo, há necessidade de se combater esse cenário, para isso é imprescindível que o ministério da educação juntamente com o ministério do esporte, patrocine propagandas televisivas incentivando o futebol feminino, propondo a quebra de paradigmas da sociedade, além da transmissão dos jogos femininos em canal livre, com a finalidade de mostrar que as mulheres também são capazes de fazer parte desse cenário.
Em primeiro plano, vale salientar a importância da homogeneidade dos gêneros sexuais no esporte, especialmente no futebol, onde o gênero masculino tem uma maior participação e visibilidade, ao contrario das mulheres, que não tem sido notada nesse setor de tamanha importância mundial. Ressaltando o contexto histórico da Grécia-antiga, onde as mulheres eram consideradas ‘'sexo frágil’’, isso mostra que a desigualdade de gênero e machismo ainda é fortemente presente na sociedade.
Ademais, é fundamental apontar as mídias sociais e a masculinidade toxica, como impulsionador dessa falta de engajamento e notoriedade das mulheres no futebol brasileiro. Apesar do feminismo vim crescendo no século vinte e um, essa concepção machista não tem sido mudada por completo, havendo uma resistência de pensamentos baseados em séculos passados.
Logo, há necessidade de se combater esse cenário, para isso é imprescindível que o ministério da educação juntamente com o ministério do esporte, patrocine propagandas televisivas incentivando o futebol feminino, propondo a quebra de paradigmas da sociedade, além da transmissão dos jogos femininos em canal livre, com a finalidade de mostrar que as mulheres também são capazes de fazer parte desse cenário.