- 05 Out 2021, 23:27
#78809
Na Era Moderna, no ano de 1896, as mulheres começaram a assistir às competições, mas
ainda não podiam competir, pois, acreditava-se que elas não tinham preparo físico adequado.
Em virtude desse fato, percebe-se que sempre houve uma baixa participação das mulheres nos
esportes. Assim mostra-se relevante pensar na inclusão das mulheres no esporte uma vez que
o machismo por parte da sociedade e a falta de incentivo, configuram os maiores problemas
que acercam as mulheres atletas.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar o machismo por parte da sociedade em razão
da participação da mulher no esporte, pois, sempre julgaram a mulher como sexo frágil.
Segundo a lutadora de “jiu-jitsu” Pricila Engelberg, afirma que “quando comecei era muito
machista, quase não tinha mulheres, 90% homens e 2 mulheres no tatame. ” O que
infelizmente é evidente no País.
Ademais, é fundamental apontar a falta de incentivos do governo como impulsionador da
inclusão da mulher no esporte no Brasil. Além disso, a Constituição Federal estabelece que o
esporte é um direito de todos. Tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase, na
prática, quando se observa este cenário no Brasil. Logo é inadmissível que este cenário
continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é
necessário que o Governo Invista mais no esporte, tal como realize convênios com empresas
privadas das pequenas cidades - a fim de que se tenha mais mulheres participando dos esportes. Sendo assim consolidara um esporte mais igualitário, onde todos têm direito como
afirma a constituição federal.
ainda não podiam competir, pois, acreditava-se que elas não tinham preparo físico adequado.
Em virtude desse fato, percebe-se que sempre houve uma baixa participação das mulheres nos
esportes. Assim mostra-se relevante pensar na inclusão das mulheres no esporte uma vez que
o machismo por parte da sociedade e a falta de incentivo, configuram os maiores problemas
que acercam as mulheres atletas.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar o machismo por parte da sociedade em razão
da participação da mulher no esporte, pois, sempre julgaram a mulher como sexo frágil.
Segundo a lutadora de “jiu-jitsu” Pricila Engelberg, afirma que “quando comecei era muito
machista, quase não tinha mulheres, 90% homens e 2 mulheres no tatame. ” O que
infelizmente é evidente no País.
Ademais, é fundamental apontar a falta de incentivos do governo como impulsionador da
inclusão da mulher no esporte no Brasil. Além disso, a Constituição Federal estabelece que o
esporte é um direito de todos. Tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase, na
prática, quando se observa este cenário no Brasil. Logo é inadmissível que este cenário
continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é
necessário que o Governo Invista mais no esporte, tal como realize convênios com empresas
privadas das pequenas cidades - a fim de que se tenha mais mulheres participando dos esportes. Sendo assim consolidara um esporte mais igualitário, onde todos têm direito como
afirma a constituição federal.