- 18 Nov 2021, 21:48
#82259
O livro Extraordinário de R.J. Palacio apresenta a história de um menino com deformação facial que é educado pela mãe em casa por medo da inadequação ao ambiente escolar. Dessa forma, ultrapassado a ficção, cada vez mais jovens estão migrando para o modelo domiciliar no Brasil, reproduzindo certos problemas, como: o isolamento infantil e a desigualdade no padrão de ensino.
Em primeira análise, é necessário compreender que a escola não possui apenas o papel de transmitir o conhecimento, mas também a de introdução à vida social. Essa possibilidade vem associada à capacidade de construir uma sociedade plural. Segundo o professor Perez Gomez o processo de socialização na escola visa a formação para a intervenção na vida pública, pois quando a criança é excluída deste ambiente o processo sobre aprendizagem de diversidade, empatia e como lidar em comunidade será dificultado. Por isso, medidas devem ser tomadas em relação a essa prática.
Além disso, enfrenta-se a dificuldade de se ter uma educação de qualidade de forma igualitária ao estudar em casa. Nesse contexto, esta modalidade agravaria a desigualdade social no Brasil. De acordo com uma publicação da Universidade de São Paulo (USP), essa categoria nasce e se difunde entre um setor mais elitizado. Com a generalização dessa prática as populações menos letradas e com menos escolarização serão profundamente prejudicadas. Desse modo, o futuro dessas crianças estará sendo comprometido.
Portanto, torna-se imprescindível superar os problemas que inviabilizam a aplicação de ensino domiciliar no Brasil. Para isso, é papel do Ministério da Educação elaborar campanhas para mostrar as consequências desse estilo educacional. Essa medida deve ocorrer de modo a conscientizar os pais da importância do educandário para a formação profissional pessoal do indivíduo. Dessa maneira, aqueles que reivindicam esse modelo educativo, passariam a ver na escola uma alternativa para as suas insatisfações.
Em primeira análise, é necessário compreender que a escola não possui apenas o papel de transmitir o conhecimento, mas também a de introdução à vida social. Essa possibilidade vem associada à capacidade de construir uma sociedade plural. Segundo o professor Perez Gomez o processo de socialização na escola visa a formação para a intervenção na vida pública, pois quando a criança é excluída deste ambiente o processo sobre aprendizagem de diversidade, empatia e como lidar em comunidade será dificultado. Por isso, medidas devem ser tomadas em relação a essa prática.
Além disso, enfrenta-se a dificuldade de se ter uma educação de qualidade de forma igualitária ao estudar em casa. Nesse contexto, esta modalidade agravaria a desigualdade social no Brasil. De acordo com uma publicação da Universidade de São Paulo (USP), essa categoria nasce e se difunde entre um setor mais elitizado. Com a generalização dessa prática as populações menos letradas e com menos escolarização serão profundamente prejudicadas. Desse modo, o futuro dessas crianças estará sendo comprometido.
Portanto, torna-se imprescindível superar os problemas que inviabilizam a aplicação de ensino domiciliar no Brasil. Para isso, é papel do Ministério da Educação elaborar campanhas para mostrar as consequências desse estilo educacional. Essa medida deve ocorrer de modo a conscientizar os pais da importância do educandário para a formação profissional pessoal do indivíduo. Dessa maneira, aqueles que reivindicam esse modelo educativo, passariam a ver na escola uma alternativa para as suas insatisfações.