- 23 Nov 2021, 11:50
#82992
De acordo com o Contrato Social, redigido pelo contratualista Jhon Locke, cabe ao estado fornecer medidas que garantam o bem-estar coletivo, no que se refere, os benefícios normativos, porém, fica evidente a contrariedade dessa questão, se considerarmos a invisibilidade e inacessibilidade de uma parcela da população à seus direitos e cidadania. Diante disso, a conjuntura dessa análise configura-se no Brasil atual, haja vista que, a problemática interfere na qualidade de vida geral, desde ao acesso à educação á lazer, do envolvidos. Essa realidade se deve essencialmente a desigualdade social cultural brasileira e à escassa percepção dos governadores à respeito.
Sob esse viés, é importante ressaltar que a desigualdade entre as classes sociais no Brasil é cultural, devido a trajetória e formação do País desde o seu descobrimento, que imobilizou uma fração de pessoas, no que se refere, ao acesso integral do seus direitos, até as gerações atuais, ou seja, passando de pai para filho. Essa transferência social, faz persistir o pensamento de invisibilidade e inferioridade pessoal em uma parte da população, que por conseguinte, não luta pelo seus direitos. Assim a reestruturação social contribuiria para a melhoria da problemática.
Além disso, a precária percepção dos lideres políticos brasileiros à situação, contribui para a persistência e expansão do problema, pois a partir da contrariedade do Contrato Social, os mesmos não propõe elementos que garantem a recolocação social dos indivíduos em questão. Com isso, a devida notoriedade e interferência dos constituintes de governo, possivelmente mudaria o cenário relatado.
Portanto, para o combate da problemática, é importante que o governo federal, através de análises e critérios , baseando-se no contrato social, interceda diretamente no meio em questão, propondo o "dia da inclusão" nas instituições publicas, como escolas por exemplo, em dias não comerciais, no intuito de promover a devida a percepção aos "invisíveis" da sociedade, coletando informações básicas dos mesmos, fornecendo o agendamento necessário, direcionando-os ao processo de registro almejado. Ao mesmo tempo a isso, cabe a mídia , promover anúncios que relate a importância da inclusão social integra, com a finalidade de conscientizar a população à respeito. Com isso a problemática diminuiria progressivamente e tornaria possível o acesso à cidadania de forma igualitária à todos os constituintes da população.
Sob esse viés, é importante ressaltar que a desigualdade entre as classes sociais no Brasil é cultural, devido a trajetória e formação do País desde o seu descobrimento, que imobilizou uma fração de pessoas, no que se refere, ao acesso integral do seus direitos, até as gerações atuais, ou seja, passando de pai para filho. Essa transferência social, faz persistir o pensamento de invisibilidade e inferioridade pessoal em uma parte da população, que por conseguinte, não luta pelo seus direitos. Assim a reestruturação social contribuiria para a melhoria da problemática.
Além disso, a precária percepção dos lideres políticos brasileiros à situação, contribui para a persistência e expansão do problema, pois a partir da contrariedade do Contrato Social, os mesmos não propõe elementos que garantem a recolocação social dos indivíduos em questão. Com isso, a devida notoriedade e interferência dos constituintes de governo, possivelmente mudaria o cenário relatado.
Portanto, para o combate da problemática, é importante que o governo federal, através de análises e critérios , baseando-se no contrato social, interceda diretamente no meio em questão, propondo o "dia da inclusão" nas instituições publicas, como escolas por exemplo, em dias não comerciais, no intuito de promover a devida a percepção aos "invisíveis" da sociedade, coletando informações básicas dos mesmos, fornecendo o agendamento necessário, direcionando-os ao processo de registro almejado. Ao mesmo tempo a isso, cabe a mídia , promover anúncios que relate a importância da inclusão social integra, com a finalidade de conscientizar a população à respeito. Com isso a problemática diminuiria progressivamente e tornaria possível o acesso à cidadania de forma igualitária à todos os constituintes da população.