- 24 Nov 2021, 10:22
#83124
Título: Fantasmas sociais.
No Brasil, grande parte da população pobre e periférica não possui registro civil, isso se deve por uma série de fatores, inclusive a falta de informação. Sabe-se que o Estado não os reconhece cidadãos, uma visão elitista que deve ter um foco também nos mais pobre, mas esta visão, infelizmente, ainda não se pauta na pobreza e desigualdade civil.
Sabe-se que a grande maioria de pessoas sem certidão de nascimento, são pobres e até vivem em situação de extrema pobreza, estes são invisíveis para a sociedade, sendo impossibilitados da retirada de qualquer outro documento ou serviço social. Segundo o pensamento Marxista, apenas os mais ricos, com maiores bens de consumo, possuem poder, portanto os de menores bem de consumo, são fantasmas para a sociedade, incitando cada vez mais a desigualdade social.
Outro ponto à se observar, é que a maioria destas pessoas sã negras, resquícios do preconceito estrutural com origem na escravatura, porém a atual Constituição Federal julga todos como iguais, independente de cor ou raça, por esse motivo, estas pessoas devem ser vistas como cidadãos, pois mesmo sem registro, participam da esfera social.
Em suma, todos devem ser considerados cidadãos e receberem seus direitos, pois ser cidadão é muito mais que ter uma certidão de nascimento. Assim, as normas devem ser alteradas, para maior inclusão da população. Eventos para a retirada desses documentos devem ser feitas em periferias e bairros pobres, ONGs e comunidades devem realizar palestras para explicar a importância desses documentos. Seria de grande facilidade, a implantação de um documento único, onde todos poderiam ter acesso aos direitos através deles, para que assim a pobreza e a desigualdade civil não sejam fantasmas sociais.
No Brasil, grande parte da população pobre e periférica não possui registro civil, isso se deve por uma série de fatores, inclusive a falta de informação. Sabe-se que o Estado não os reconhece cidadãos, uma visão elitista que deve ter um foco também nos mais pobre, mas esta visão, infelizmente, ainda não se pauta na pobreza e desigualdade civil.
Sabe-se que a grande maioria de pessoas sem certidão de nascimento, são pobres e até vivem em situação de extrema pobreza, estes são invisíveis para a sociedade, sendo impossibilitados da retirada de qualquer outro documento ou serviço social. Segundo o pensamento Marxista, apenas os mais ricos, com maiores bens de consumo, possuem poder, portanto os de menores bem de consumo, são fantasmas para a sociedade, incitando cada vez mais a desigualdade social.
Outro ponto à se observar, é que a maioria destas pessoas sã negras, resquícios do preconceito estrutural com origem na escravatura, porém a atual Constituição Federal julga todos como iguais, independente de cor ou raça, por esse motivo, estas pessoas devem ser vistas como cidadãos, pois mesmo sem registro, participam da esfera social.
Em suma, todos devem ser considerados cidadãos e receberem seus direitos, pois ser cidadão é muito mais que ter uma certidão de nascimento. Assim, as normas devem ser alteradas, para maior inclusão da população. Eventos para a retirada desses documentos devem ser feitas em periferias e bairros pobres, ONGs e comunidades devem realizar palestras para explicar a importância desses documentos. Seria de grande facilidade, a implantação de um documento único, onde todos poderiam ter acesso aos direitos através deles, para que assim a pobreza e a desigualdade civil não sejam fantasmas sociais.
- 24 Nov 2021, 12:38
#83145