- 07 Mai 2022, 14:00
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A Constituição Federal Brasileira, promulgada em 1988, garante uma série de direitos sociais aos nativos. No entanto, quando se trata do conflito entre gerações e dos seus desafios na sociedade contemporânea, é possível perceber que essas garantias não se consumam na realidade, configurando um grave problema social, uma vez que o Estado falha em políticas para solucionar estes conflitos e a sociedade ainda banaliza esse assunto.
Primeiramente, é importante salientar que a ausência de medidas governamentais impede que as intrigas geracionais sejam resolvidas. Sobre isso, Abraham Lincoln, célebre personalidade política americana, disse, em um de seus discursos, que a política é serva do povo e não o contrário. Em relação a tal afirmação, nota-se uma incongruência sobre os desafios da sociedade contemporânea entre as gerações e a atuação do Estado brasileiro, uma vez que, ao contrário do que Lincoln explanou, a política atual não serve os cidadãos com ações que promovam uma maior interação entre as diferentes gerações e, em razão disso, diversas intrigas e falta de empatia são visíveis entre pessoas de diferentes idades, como a falta de respeito por parte dos jovens aos mais velhos e o abandono de idosos em situações precárias. Desse modo, de forma infeliz, fica evidente que o povo é mero escravo dos desmandos estatais.
Ademais, a sociedade ainda é inconsciente em relação aos conflitos geracionais e, por isso, esse tema é banalizado. Nesse viés, a escritora brasileira, Marina Colassanti, traz a discussão, em sua crônica ‘’Eu sei, mas não devia’’, o fato de que a sociedade moderna banaliza seus problemas e normaliza a dor, a tristeza, a falta de dinheiro, de oportunidades e de expectativas. Desse modo, Marina mostra que muitos impasses sociais graves, como os desafios entre gerações, não têm solução no Brasil, graças a atitude coletiva em tornar as questões triviais, sejam elas importantes ou não. Assim, sem a sociedade assumir responsabilidade por suas ações, as vítimas desse problema são lesadas, seja por não aprenderem diferentes pontos de vista através de outras gerações, devido à arrogância entre elas, seja por dividrem a sociedade. Logo, urge que algumas medidas sejam tomadas para minorar a questão.
Portanto, a população, por meio de um projeto social online, deve criar uma campanha de incentivo, visando minimizar esses conflitos, e que trabalhe paralelamente com ações governamentais. Essa campanha deve ter repercussão nacional e representantes em todo país, para que se possa cobrar do Estado maiores ações para a sociedade. Feito isso, mesmo que o assunto ainda seja banalizado no país, o problema será minorado e a sociedade poderá usufruir de tais avanços, como os garantidos pela Constituição Federal.
Primeiramente, é importante salientar que a ausência de medidas governamentais impede que as intrigas geracionais sejam resolvidas. Sobre isso, Abraham Lincoln, célebre personalidade política americana, disse, em um de seus discursos, que a política é serva do povo e não o contrário. Em relação a tal afirmação, nota-se uma incongruência sobre os desafios da sociedade contemporânea entre as gerações e a atuação do Estado brasileiro, uma vez que, ao contrário do que Lincoln explanou, a política atual não serve os cidadãos com ações que promovam uma maior interação entre as diferentes gerações e, em razão disso, diversas intrigas e falta de empatia são visíveis entre pessoas de diferentes idades, como a falta de respeito por parte dos jovens aos mais velhos e o abandono de idosos em situações precárias. Desse modo, de forma infeliz, fica evidente que o povo é mero escravo dos desmandos estatais.
Ademais, a sociedade ainda é inconsciente em relação aos conflitos geracionais e, por isso, esse tema é banalizado. Nesse viés, a escritora brasileira, Marina Colassanti, traz a discussão, em sua crônica ‘’Eu sei, mas não devia’’, o fato de que a sociedade moderna banaliza seus problemas e normaliza a dor, a tristeza, a falta de dinheiro, de oportunidades e de expectativas. Desse modo, Marina mostra que muitos impasses sociais graves, como os desafios entre gerações, não têm solução no Brasil, graças a atitude coletiva em tornar as questões triviais, sejam elas importantes ou não. Assim, sem a sociedade assumir responsabilidade por suas ações, as vítimas desse problema são lesadas, seja por não aprenderem diferentes pontos de vista através de outras gerações, devido à arrogância entre elas, seja por dividrem a sociedade. Logo, urge que algumas medidas sejam tomadas para minorar a questão.
Portanto, a população, por meio de um projeto social online, deve criar uma campanha de incentivo, visando minimizar esses conflitos, e que trabalhe paralelamente com ações governamentais. Essa campanha deve ter repercussão nacional e representantes em todo país, para que se possa cobrar do Estado maiores ações para a sociedade. Feito isso, mesmo que o assunto ainda seja banalizado no país, o problema será minorado e a sociedade poderá usufruir de tais avanços, como os garantidos pela Constituição Federal.