- 13 Jul 2022, 15:01
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Em 1888 foi aberto o primeiro zoológico no Brasil para expor a vida selvagem dentro da cidade, desde então, tem sido alvo de debates ambientais. A questão divide ambientalistas e biólogos entre preservar espécies, promover a educação ambiental e/ou ser um local que desrespeita o direito dos animais mantendo-os em cativeiro.
Os zoológicos assumem um papel na educação ambiental sobre a fauna brasileira, dado às visitas que recebem, todavia, afirmar que a educação ambiental é bem desenvolvida nessa exposição não condiz com o que realmente é passado aos visitantes, visto que, grande parte não sabem como se comportar devidamente perto dos recintos, além de enxergarem o local como um mero centro de exposições, o que implica em como a educação ambiental tem sido desenvolvida e propagada entre os visitantes. Outro fator relacionado ao zoológico, é a preservação de espécies em extinção e a reabilitação de animais capturados em tráficos e maus tratos, nesse quesito, o zoológico tem uma estrutura para atender á esses animais, servindo como abrigo áqueles que não se encontram em condições de voltarem ao habitat natural.
Os críticos aos zoológicos argumentam sobre as condições dos animais dentro dos recintos, relacionando-os a cativeiros, é notável que muitos recintos, mesmo dentro das medidas instituídas pelo IBAMA, são insuficientes para alguns animais, ademais, a falta de relações intraespecíficas podem causar transtornos mentais, tendo em consideração que muitos animais vivem sós em um recinto por parte de suas vidas.
Mediante aos pontos apresentados, é imprescindível uma reavaliação pelo Estado juntamente com uma equipe especializada, acerca de como disseminar a educação ambiental dentro e fora do zoológico, alegando qual a sua função e importância. Por conseguinte, o aumento de fiscalizações pelo órgão IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), evitando assim o funcionamento errôneo e práticas de maus tratos dentro dos zoológicos.
Os zoológicos assumem um papel na educação ambiental sobre a fauna brasileira, dado às visitas que recebem, todavia, afirmar que a educação ambiental é bem desenvolvida nessa exposição não condiz com o que realmente é passado aos visitantes, visto que, grande parte não sabem como se comportar devidamente perto dos recintos, além de enxergarem o local como um mero centro de exposições, o que implica em como a educação ambiental tem sido desenvolvida e propagada entre os visitantes. Outro fator relacionado ao zoológico, é a preservação de espécies em extinção e a reabilitação de animais capturados em tráficos e maus tratos, nesse quesito, o zoológico tem uma estrutura para atender á esses animais, servindo como abrigo áqueles que não se encontram em condições de voltarem ao habitat natural.
Os críticos aos zoológicos argumentam sobre as condições dos animais dentro dos recintos, relacionando-os a cativeiros, é notável que muitos recintos, mesmo dentro das medidas instituídas pelo IBAMA, são insuficientes para alguns animais, ademais, a falta de relações intraespecíficas podem causar transtornos mentais, tendo em consideração que muitos animais vivem sós em um recinto por parte de suas vidas.
Mediante aos pontos apresentados, é imprescindível uma reavaliação pelo Estado juntamente com uma equipe especializada, acerca de como disseminar a educação ambiental dentro e fora do zoológico, alegando qual a sua função e importância. Por conseguinte, o aumento de fiscalizações pelo órgão IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), evitando assim o funcionamento errôneo e práticas de maus tratos dentro dos zoológicos.