- 27 Jul 2022, 11:16
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Em meados do Século 20, iniciou-se uma nova fase na economia mundial: o Fordismo. Essa revolução no mundo econômico, introduzida por Henry Ford, fora responsável por dar mais dinamismo ao trabalho, com horas específicas para cada setor de produção e por mudar as técnicas trabalhistas daquela época. Similarmente ao modelo fordista, o mercado digital vem forte na economia global, com tecnologias avançadas e especializadas, visando melhorar o mercado trabalhista. Diante disso, é preciso analisar com cautela, como as inovações tecnológicas poderão ser aplicadas para facilitar o mercado global.
Em primeira análise, sabemos que muitas pessoas vivem do próprio sustento e nunca sequer viram um aparelho digital. Boa parte da população mundial tem um acesso remoto e não seria tão simples modificar a mentalidade de alguns povos. O Continente Africano, por exemplo, onde localiza-se uma baixa infraestrutura e alguns países com o Índice de Desenvolvimento Humano(IDH) muito baixo(Serra Leoa e Madagáscar são exemplos) não teriam tanta facilidade como os Estados Unidos ou a Inglaterra nas suas adaptações digitais. O imperador romano Júlio César, antes de atravessar o Rio Rubicão para retomar Roma, disse: "A sorte está lançada", e, assim como essa máxima, não é possível prever como as tecnologias afetaria essas nações.
Paralelamente, os direitos humanos estão estabelecidos pela Organização das Nações Unidas e devem ser priorizados antes de qualquer revolução tecnológica. Saneamento básico, alimentação e educação precisam ser colocadas em primeiro plano. No entanto, isso não acontece em muitos países, e acaba por atrasar qualquer tentativa de investimento tecnológico.
Por fim, medidas devem ser tomadas, para que a revolução tecnológica ajude a globalizar um mundo cada vez mais virtual, sendo acessível para todos os povos. É preciso que, a Organização das Nações Unidas monte um projeto global, esclarecendo dúvidas aos países sobre os novo empreendimentos tecnológicos que estão por vir e formatar planos eficazes aos países menos desenvolvidos, ajudando a promover saúde, educação e infraestrutura antes de qualquer avanço tecnológico. Sendo assim, a digitalização na economia ficará cada vez mais emergente e facilitará a vida de muitos povos do mundo inteiro.
Em primeira análise, sabemos que muitas pessoas vivem do próprio sustento e nunca sequer viram um aparelho digital. Boa parte da população mundial tem um acesso remoto e não seria tão simples modificar a mentalidade de alguns povos. O Continente Africano, por exemplo, onde localiza-se uma baixa infraestrutura e alguns países com o Índice de Desenvolvimento Humano(IDH) muito baixo(Serra Leoa e Madagáscar são exemplos) não teriam tanta facilidade como os Estados Unidos ou a Inglaterra nas suas adaptações digitais. O imperador romano Júlio César, antes de atravessar o Rio Rubicão para retomar Roma, disse: "A sorte está lançada", e, assim como essa máxima, não é possível prever como as tecnologias afetaria essas nações.
Paralelamente, os direitos humanos estão estabelecidos pela Organização das Nações Unidas e devem ser priorizados antes de qualquer revolução tecnológica. Saneamento básico, alimentação e educação precisam ser colocadas em primeiro plano. No entanto, isso não acontece em muitos países, e acaba por atrasar qualquer tentativa de investimento tecnológico.
Por fim, medidas devem ser tomadas, para que a revolução tecnológica ajude a globalizar um mundo cada vez mais virtual, sendo acessível para todos os povos. É preciso que, a Organização das Nações Unidas monte um projeto global, esclarecendo dúvidas aos países sobre os novo empreendimentos tecnológicos que estão por vir e formatar planos eficazes aos países menos desenvolvidos, ajudando a promover saúde, educação e infraestrutura antes de qualquer avanço tecnológico. Sendo assim, a digitalização na economia ficará cada vez mais emergente e facilitará a vida de muitos povos do mundo inteiro.