- 03 Set 2022, 16:01
#98370
A mecanização do mercado de trabalho no período posterior a Primeira Revolução Industrial aumentou o número de desempregados. Tendo isso em vista, o crescimento no número de empreendedores no Brasil está intimamente relacionado à busca por novas fontes de renda. Nesse sentido, a insegurança econômica e a ausência de uma formação profissional intensificam esse processo.
Em primeiro lugar, a instabilidade financeira aumenta a necessidade de projetos rentáveis. Sob essa óptica, segundo o economista Adam Smith, todos os homens têm o direito à propriedade privada. No entanto, a violação dessa garantia faz com que muitos brasileiros fiquem em situação vulnerável, não conseguindo garantir o próprio sustento. Isso causa um acréscimo no número de trabalhadores informais buscando formas de empreender para adquirir capital. Dessa forma, faz-se necessário encontrar soluções para essa problemática.
Em segundo lugar, a falta de formação técnica diminui as chances de entrada no mercado de trabalho. Nesse aspecto, conforme Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, a educação é o mais importante agente pelo qual se pode produzir uma transformação social. Isso demonstra que, através do ensino profissionalizante, o indivíduo garante maior estabilidade financeira, pois adquire uma renda fixa e, assim, diminui a necessidade de empreender. Logo, é válido ressaltar a influência da aprendizagem para a inserção no mercado trabalho.
Portanto, é notório que, no Brasil, o crescimento do empreendedorismo é causado pela intensificação das desigualdades sociais. Então, cabe ao Ministério da Economia disponibilizar recursos para a população de baixa renda através da criação de um auxílio econômico que destine uma renda extra à essas pessoas, afim de dar a elas estabilidade financeira. Além disso, o Ministério da Educação deve aumentar a disponibilidade de cursos gratuitos voltados à formação técnica por meio da construção de novas instituições de ensino que priorizem a profissionalização dos estudantes com a finalidade de diminuir o número de trabalhadores informais. Somente assim, o empreendedorismo deixará de ser uma necessidade na sociedade brasileira.
Em primeiro lugar, a instabilidade financeira aumenta a necessidade de projetos rentáveis. Sob essa óptica, segundo o economista Adam Smith, todos os homens têm o direito à propriedade privada. No entanto, a violação dessa garantia faz com que muitos brasileiros fiquem em situação vulnerável, não conseguindo garantir o próprio sustento. Isso causa um acréscimo no número de trabalhadores informais buscando formas de empreender para adquirir capital. Dessa forma, faz-se necessário encontrar soluções para essa problemática.
Em segundo lugar, a falta de formação técnica diminui as chances de entrada no mercado de trabalho. Nesse aspecto, conforme Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, a educação é o mais importante agente pelo qual se pode produzir uma transformação social. Isso demonstra que, através do ensino profissionalizante, o indivíduo garante maior estabilidade financeira, pois adquire uma renda fixa e, assim, diminui a necessidade de empreender. Logo, é válido ressaltar a influência da aprendizagem para a inserção no mercado trabalho.
Portanto, é notório que, no Brasil, o crescimento do empreendedorismo é causado pela intensificação das desigualdades sociais. Então, cabe ao Ministério da Economia disponibilizar recursos para a população de baixa renda através da criação de um auxílio econômico que destine uma renda extra à essas pessoas, afim de dar a elas estabilidade financeira. Além disso, o Ministério da Educação deve aumentar a disponibilidade de cursos gratuitos voltados à formação técnica por meio da construção de novas instituições de ensino que priorizem a profissionalização dos estudantes com a finalidade de diminuir o número de trabalhadores informais. Somente assim, o empreendedorismo deixará de ser uma necessidade na sociedade brasileira.