- 22 Out 2022, 15:50
#101475
A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6° os direitos sociais básicos como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase quando se observa a integridade pública, dificultando, deste modo, seu funcionamento. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Primeiramente, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a corrupção, fator que age a favor da problemática. Nesse sentido, há desmazelo para com os indivíduos que esperam ter suas necessidades atendidas. Essa conjutura, segundo ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação ao "Contrato Social", uma vez que o estado não cumpre sua função, o que infelizmente é evidente no país.
Segundamente, é fundamental apontar a má gestão como impulsionador da implicação da integridade pública no país, levando classes baixas da sociedade a serem invisibilizadas. Logo, é inadmissível que esse cenário continue perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o governo, por intermédio de leis e programas, fiscalize o setor público, a fim de garantir seu funcionamento correto. Assim, torna-se possível a construção de uma sociedade permeada pela efetização prevista na magna carta.
Primeiramente, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a corrupção, fator que age a favor da problemática. Nesse sentido, há desmazelo para com os indivíduos que esperam ter suas necessidades atendidas. Essa conjutura, segundo ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação ao "Contrato Social", uma vez que o estado não cumpre sua função, o que infelizmente é evidente no país.
Segundamente, é fundamental apontar a má gestão como impulsionador da implicação da integridade pública no país, levando classes baixas da sociedade a serem invisibilizadas. Logo, é inadmissível que esse cenário continue perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o governo, por intermédio de leis e programas, fiscalize o setor público, a fim de garantir seu funcionamento correto. Assim, torna-se possível a construção de uma sociedade permeada pela efetização prevista na magna carta.