- 15 Fev 2023, 20:24
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Na animação da Disney, “A dama e o vagabundo”, é retratado a triste realidade de alguns cães que se encontram em situação de rua enquanto outros possuem o privilégio de ter um lar para morar. Análogo a isso, no Brasil não é diferente, segundo a Organização Mundial de Saúde(OMS), existem cerca de mais de 30 milhões de animais que foram abandonados na rua e encontram-se expostos à violência como maus-tratos e a miséria da fome. Infelizmente, na sociedade brasileira há barreiras para mitigar tal cenário como o individualismo e a ausência de consciência do bem-estar desses seres vivos e a negligência estatal.
Em primeira instância é importante ressaltar que parte da população brasileira ao fazer a adoção preocupa-se em suprir o desejo de possuir um animal de estimação sem consciência se terá condições de cuidar do bem-estar do animal. Com isso, acabam por abandonar na rua e expor o gato ou cachorro a possíveis maus-tratos gerados por outros seres humanos que não possuem respeito com a vida do próximo, bem como a miséria da fome. Tal cenário põe em risco a vida de muitos desses animais que podem chegar a óbito devido a fragilidade de sua saúde. Além disso, o fato dessa prática ser comum na sociedade brasileira, passa a ser banalizado, o que a filósofa Hannah Arendt chamou de banalidade do mal.
Em segunda instância, fica claro a negligência do Estado que parece apoiar tais circunstâncias por não tomar uma atitude cabível, a fim de punir quem realiza maus-tratos aos seres vivos que se encontram em situação de rua. Ademais, devido não ter leis que proíbam o abandono dos animais e nem a busca pela conscientização da população a respeito das consequências do abandono ao bem-estar dos cães e gatos, por exemplo. Dessa forma, tais atitudes contribuem para a desproteção e consequentemente a existência de barreiras no combate à violência contra os animais na sociedade brasileira.
Com base no que foi abordado, fica evidente a necessidade do presente do Brasil, responsável por gerenciar o país, criar leis a favor da proteção e zelo do bem-estar dos animais, mediante ao Poder Legislativo. Além disso, em parceria com algumas ONGs, o prefeito e atores sociais, devem por meio das mídias de comunicação, conscientizar a população a respeito da adoção consciente e das consequências dos maus-tratos. Essas medidas visam mitigar as barreiras no combate à violência contra os animais no Brasil e assim como no filme supracitado, eles possam possuir um lar e ficarem protegidos.
Em primeira instância é importante ressaltar que parte da população brasileira ao fazer a adoção preocupa-se em suprir o desejo de possuir um animal de estimação sem consciência se terá condições de cuidar do bem-estar do animal. Com isso, acabam por abandonar na rua e expor o gato ou cachorro a possíveis maus-tratos gerados por outros seres humanos que não possuem respeito com a vida do próximo, bem como a miséria da fome. Tal cenário põe em risco a vida de muitos desses animais que podem chegar a óbito devido a fragilidade de sua saúde. Além disso, o fato dessa prática ser comum na sociedade brasileira, passa a ser banalizado, o que a filósofa Hannah Arendt chamou de banalidade do mal.
Em segunda instância, fica claro a negligência do Estado que parece apoiar tais circunstâncias por não tomar uma atitude cabível, a fim de punir quem realiza maus-tratos aos seres vivos que se encontram em situação de rua. Ademais, devido não ter leis que proíbam o abandono dos animais e nem a busca pela conscientização da população a respeito das consequências do abandono ao bem-estar dos cães e gatos, por exemplo. Dessa forma, tais atitudes contribuem para a desproteção e consequentemente a existência de barreiras no combate à violência contra os animais na sociedade brasileira.
Com base no que foi abordado, fica evidente a necessidade do presente do Brasil, responsável por gerenciar o país, criar leis a favor da proteção e zelo do bem-estar dos animais, mediante ao Poder Legislativo. Além disso, em parceria com algumas ONGs, o prefeito e atores sociais, devem por meio das mídias de comunicação, conscientizar a população a respeito da adoção consciente e das consequências dos maus-tratos. Essas medidas visam mitigar as barreiras no combate à violência contra os animais no Brasil e assim como no filme supracitado, eles possam possuir um lar e ficarem protegidos.