- 09 Dez 2023, 23:54
#126470
O quadro expressionista "O grito", do escritor expressionista norueguês Edvard Munch, retrata a inquietude, o medo e a desesperança refletidos no semblante de um personagem envolto por uma atmosfera de profunda desolação. Para além da obra, observa-se que, na conjuntura brasileira contemporânea, o sentimento de pouco mais de um milhão de indivíduos assolados pelo estigma associado ao vírus HIV é, amiudamente, semelhante ao ilustrado pelo artista. Nesse viés, torna-se crucial analisar as causas desse revés, dentre as quais se destacam a negligência governamental e o despreparo de muitos profissionais da área da saúde.
A princípio, é imperioso notar que a indiligência do Estado potencializa a estigmatização das pessoas que apresentam a síndrome da imunodeficiência adquirida. Esse contexto de inoperância das esferas de poder exemplifica a teoria das Instituições Zumbis, do sociólogo Zygmunt Bauman, que as descreve como presentes na sociedade, todavia, sem cumprirem sua função social com eficácia. Sob essa ótica, devido à baixa atuação das autoridades, essa parcela da população sofre com a discriminação, fato que acarreta a exclusão social. Nessa perspectiva, para a completa refutação da teoria do estudioso polonês e mudança dessa realidade, faz-se imprescindível uma intervenção estatal.
Outrossim, é igualmente preciso apontar a inabilidade dos profissionais de saúde em lidar com a comunidade soropositiva. Posto isso, de acordo com o Índice de Estigma em relação às pessoas vivendo com HIV/AIDS – Brasil, cerca de 15% das pessoas entrevistadas afirmaram ter sofrido algum tipo de discriminação por parte de profissionais da saúde pelo fato de viverem com HIV ou com AIDS. Diante de tal exposto, é perceptível o preconceito enraizado entre especialistas no assunto. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar em território nacional.
Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar os estigmas associados ao HIV. Dessarte, é necessário que o Governo Federal em parceria com as prefeituras municipais capacite os profissionais de saúde com cursos e oficinas que mostrem a importância de se ter empatia com os pacientes nessas condições. Além disso, o Tribunal de Contas da União deve direcionar capital que, por intermédio dos postos de saúde serão convertidos em campanhas de conscientização e prevenção do HIV. Espera-se, assim, que os sofrimentos emocionais retratados por Munch delimitem-se apenas ao plano artístico.
A princípio, é imperioso notar que a indiligência do Estado potencializa a estigmatização das pessoas que apresentam a síndrome da imunodeficiência adquirida. Esse contexto de inoperância das esferas de poder exemplifica a teoria das Instituições Zumbis, do sociólogo Zygmunt Bauman, que as descreve como presentes na sociedade, todavia, sem cumprirem sua função social com eficácia. Sob essa ótica, devido à baixa atuação das autoridades, essa parcela da população sofre com a discriminação, fato que acarreta a exclusão social. Nessa perspectiva, para a completa refutação da teoria do estudioso polonês e mudança dessa realidade, faz-se imprescindível uma intervenção estatal.
Outrossim, é igualmente preciso apontar a inabilidade dos profissionais de saúde em lidar com a comunidade soropositiva. Posto isso, de acordo com o Índice de Estigma em relação às pessoas vivendo com HIV/AIDS – Brasil, cerca de 15% das pessoas entrevistadas afirmaram ter sofrido algum tipo de discriminação por parte de profissionais da saúde pelo fato de viverem com HIV ou com AIDS. Diante de tal exposto, é perceptível o preconceito enraizado entre especialistas no assunto. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar em território nacional.
Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar os estigmas associados ao HIV. Dessarte, é necessário que o Governo Federal em parceria com as prefeituras municipais capacite os profissionais de saúde com cursos e oficinas que mostrem a importância de se ter empatia com os pacientes nessas condições. Além disso, o Tribunal de Contas da União deve direcionar capital que, por intermédio dos postos de saúde serão convertidos em campanhas de conscientização e prevenção do HIV. Espera-se, assim, que os sofrimentos emocionais retratados por Munch delimitem-se apenas ao plano artístico.
- 15 Fev 2024, 21:25
#127401
Oii, Jeff. Tudo bem?
Irei corrigir sua redação. Mas lembrando que eu não sou nenhuma especialista, apenas estou aqui para passar meus conhecimentos.
Vamos lá,
Introdução:
O quadro expressionista "O grito", do escritor (1) expressionista (1) norueguês Edvard Munch, retrata a inquietude, o medo e a desesperança refletidos no semblante de um personagem envolto por uma atmosfera de profunda desolação. Para além da obra, observa-se que, na conjuntura brasileira contemporânea, o sentimento de pouco mais de um milhão de indivíduos assolados pelo estigma associado ao vírus HIV é, amiudamente, semelhante ao ilustrado pelo artista. (3) Nesse viés, torna-se crucial analisar as causas desse revés, dentre as quais se destacam a negligência governamental e o despreparo de muitos profissionais da área da saúde.
(1) - Escritor?? Mesmo que ele seja escritor também, como você inseriu no repertório uma pintura dele, ficaria mais coesivo colocar "pintor".
(2) - Ficou repetitivo.. "Quadro expressionista do pintor expressionista".. bastava colocar "do pinto norueguês Edvard Munch.
(3) - Contextualize um pouco mais.
D1:
A princípio, é imperioso notar que a indiligência do Estado potencializa a estigmatização das pessoas que apresentam a síndrome da imunodeficiência adquirida. Esse contexto de inoperância das esferas de poder exemplifica a teoria das Instituições Zumbis, do sociólogo Zygmunt Bauman, que as descreve como presentes na sociedade, todavia, sem cumprirem sua função social com eficácia. Sob essa ótica, devido à baixa atuação das autoridades (4), essa parcela da população (5) sofre com a discriminação, fato que acarreta a exclusão social (5). Nessa perspectiva, para a completa refutação da teoria do estudioso polonês e mudança dessa realidade, faz-se imprescindível uma intervenção estatal.
(4) - O que motiva o ocorrido? O que ele deixa de fazer para isso?
(5) - Argumente mais.
D2:
Outrossim, é igualmente preciso apontar a inabilidade dos profissionais de saúde em lidar com a comunidade soropositiva. Posto isso, de acordo com o Índice de Estigma em relação às pessoas vivendo com HIV/AIDS – Brasil, cerca de 15% das pessoas (6) entrevistadas afirmaram ter sofrido algum tipo de discriminação por parte de profissionais da saúde pelo fato de viverem com HIV ou com AIDS. Diante de tal exposto, é perceptível o preconceito enraizado entre especialistas no assunto. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar em território nacional.(7)
(6) - Acho que houve algum erro na digitação aqui.
(7) - Você escreveu sobre a mesma tese do D1, que também esta ligado ao preconceito. Pensei que você iria falar que, ainda, muitos dos profissionais acabam não tendo uma certa experiência para a devida doença, o que acaba abrindo uma lacuna na questão de ensino (público/privado). Uma tese boa para recorrer é a questão das Fake News.
Conclusão:
Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar os estigmas associados ao HIV. Dessarte, (Para tal,) é necessário que o Governo Federal, em parceria com as prefeituras municipais, capacite os profissionais de saúde com cursos e oficinas que mostrem a importância de se ter empatia com os pacientes nessas condições. Além disso, o Tribunal de Contas da União deve direcionar capital que, por intermédio dos postos de saúde serão convertidos em campanhas de conscientização e prevenção do HIV. (8) Espera-se, assim, que os sofrimentos emocionais retratados por Munch delimitem-se apenas ao plano artístico.
(8) - Como é outra proposta, aqui também deve-se encaixar os 5 elementos. Darei 160p.
É isso, Jeff.
Você escreve muito bem, tente sempre explorar mais.
Bjs e abçs..
Bons estudos!
Irei corrigir sua redação. Mas lembrando que eu não sou nenhuma especialista, apenas estou aqui para passar meus conhecimentos.
Vamos lá,
Introdução:
O quadro expressionista "O grito", do escritor (1) expressionista (1) norueguês Edvard Munch, retrata a inquietude, o medo e a desesperança refletidos no semblante de um personagem envolto por uma atmosfera de profunda desolação. Para além da obra, observa-se que, na conjuntura brasileira contemporânea, o sentimento de pouco mais de um milhão de indivíduos assolados pelo estigma associado ao vírus HIV é, amiudamente, semelhante ao ilustrado pelo artista. (3) Nesse viés, torna-se crucial analisar as causas desse revés, dentre as quais se destacam a negligência governamental e o despreparo de muitos profissionais da área da saúde.
(1) - Escritor?? Mesmo que ele seja escritor também, como você inseriu no repertório uma pintura dele, ficaria mais coesivo colocar "pintor".
(2) - Ficou repetitivo.. "Quadro expressionista do pintor expressionista".. bastava colocar "do pinto norueguês Edvard Munch.
(3) - Contextualize um pouco mais.
D1:
A princípio, é imperioso notar que a indiligência do Estado potencializa a estigmatização das pessoas que apresentam a síndrome da imunodeficiência adquirida. Esse contexto de inoperância das esferas de poder exemplifica a teoria das Instituições Zumbis, do sociólogo Zygmunt Bauman, que as descreve como presentes na sociedade, todavia, sem cumprirem sua função social com eficácia. Sob essa ótica, devido à baixa atuação das autoridades (4), essa parcela da população (5) sofre com a discriminação, fato que acarreta a exclusão social (5). Nessa perspectiva, para a completa refutação da teoria do estudioso polonês e mudança dessa realidade, faz-se imprescindível uma intervenção estatal.
(4) - O que motiva o ocorrido? O que ele deixa de fazer para isso?
(5) - Argumente mais.
D2:
Outrossim, é igualmente preciso apontar a inabilidade dos profissionais de saúde em lidar com a comunidade soropositiva. Posto isso, de acordo com o Índice de Estigma em relação às pessoas vivendo com HIV/AIDS – Brasil, cerca de 15% das pessoas (6) entrevistadas afirmaram ter sofrido algum tipo de discriminação por parte de profissionais da saúde pelo fato de viverem com HIV ou com AIDS. Diante de tal exposto, é perceptível o preconceito enraizado entre especialistas no assunto. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar em território nacional.(7)
(6) - Acho que houve algum erro na digitação aqui.
(7) - Você escreveu sobre a mesma tese do D1, que também esta ligado ao preconceito. Pensei que você iria falar que, ainda, muitos dos profissionais acabam não tendo uma certa experiência para a devida doença, o que acaba abrindo uma lacuna na questão de ensino (público/privado). Uma tese boa para recorrer é a questão das Fake News.
Conclusão:
Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar os estigmas associados ao HIV. Dessarte, (Para tal,) é necessário que o Governo Federal, em parceria com as prefeituras municipais, capacite os profissionais de saúde com cursos e oficinas que mostrem a importância de se ter empatia com os pacientes nessas condições. Além disso, o Tribunal de Contas da União deve direcionar capital que, por intermédio dos postos de saúde serão convertidos em campanhas de conscientização e prevenção do HIV. (8) Espera-se, assim, que os sofrimentos emocionais retratados por Munch delimitem-se apenas ao plano artístico.
(8) - Como é outra proposta, aqui também deve-se encaixar os 5 elementos. Darei 160p.
É isso, Jeff.
Você escreve muito bem, tente sempre explorar mais.
Bjs e abçs..
Bons estudos!
Até que as 30 linhas acabem...