- 26 Jul 2024, 20:48
#131884
Em 1988, foi promulgada uma das leis mais relevantes para o Brasil: A Constituição federal. Cujo texto garante o direito a saúde. Porém, o documento não se mostra eficaz diante a redução do número de habitantes imunizados. Que consequentemente cresce a taxa de doenças consideradas erradicadas. É importante, com efeito, combater a omissão do estado e os antigos pensamentos da população brasileira.
A omissão do Estado contribuí para o aumento de pessoas desprotegidas de doenças vacináveis, já que, escondem os dados bem como fazem nada a respeito. John Locke, filósofo contratualista, entendia que o Estado tem o dever de fazer a população usufruir de seus direitos, como por exemplo a saúde. Contudo, o pensamento de John Locke não se condiz com a realidade dos brasileiros no que se diz fornecer o direito a saúde, pois as pessoas permanecem vulneráveis a doenças que deviam ser supostamente erradicadas.
Outrossim, vale ressaltar, que os antigos pensamentos atingem negativamente a taxa de imunização, já que contribuí para a distribuição de "fake news", do qual gera
a quebra de confiança nos efeitos das vacinas. Gilberto Freyre afirmava que o povo brasileiro seguia comportamentos enraizados, assim o novo e diferente era tratado com preconceito. O que Gilberto afirmou se mostra correto, quando nota-se que o preconceito com o novo, inclusive com vacinas novas com a da COVID-19, do qual gerou diversas polêmicas sobre o imunizante por ser produzida recentemente.
Portanto, para aumentar o número de pessoas vacinadas, o Estado deve promover campanhas de vacinação bem como construir novas unidades de saúde básica para maior distribuição de substâncias imunizantes. Além disso, o Ministério da Educação, órgão que coordena a educação, deve reeducar e ensinar com palestras a importância da vacinação para aumentar o número de imunizados na população brasileira.
A omissão do Estado contribuí para o aumento de pessoas desprotegidas de doenças vacináveis, já que, escondem os dados bem como fazem nada a respeito. John Locke, filósofo contratualista, entendia que o Estado tem o dever de fazer a população usufruir de seus direitos, como por exemplo a saúde. Contudo, o pensamento de John Locke não se condiz com a realidade dos brasileiros no que se diz fornecer o direito a saúde, pois as pessoas permanecem vulneráveis a doenças que deviam ser supostamente erradicadas.
Outrossim, vale ressaltar, que os antigos pensamentos atingem negativamente a taxa de imunização, já que contribuí para a distribuição de "fake news", do qual gera
a quebra de confiança nos efeitos das vacinas. Gilberto Freyre afirmava que o povo brasileiro seguia comportamentos enraizados, assim o novo e diferente era tratado com preconceito. O que Gilberto afirmou se mostra correto, quando nota-se que o preconceito com o novo, inclusive com vacinas novas com a da COVID-19, do qual gerou diversas polêmicas sobre o imunizante por ser produzida recentemente.
Portanto, para aumentar o número de pessoas vacinadas, o Estado deve promover campanhas de vacinação bem como construir novas unidades de saúde básica para maior distribuição de substâncias imunizantes. Além disso, o Ministério da Educação, órgão que coordena a educação, deve reeducar e ensinar com palestras a importância da vacinação para aumentar o número de imunizados na população brasileira.