Segundo Nelson Mandela, “não existe revelação mais nítida da alma de uma sociedade do que a forma que ela trata suas crianças”, nessa perspectiva é necessário questionar o notável desinteresse da sociedade ao discutir o trabalho infantil, esse que mesmo estando à frente deste duro problema, não busca se conscientizar ou agir a respeito, desconsiderando sua consequência geracional, que gera crianças ao trabalho antigo que não seja capaz de compreender a sociedade, e buscar a transformação, que logo gera a revolta, podendo evoluir para que na vida adulta busque uma forma simplória e ilegal de garantir sua renda, jamais vencendo o ciclo da pobreza.
Paralelamente ao descaso do povo, o estado tem uma postura imparcial, sem objetivo claro ou afetivo, em relação ao esforço infantil, essa que, mesmo devendo ser o principal agente, não busca combater as sequelas de uma ação naturalizada à exploração elevada iniciada pelos portugueses no território brasileiro. Em função a isso, de acordo, segundo ao IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o ano de 2023, registrou mais de um milhão de crianças e adolescentes, de 5 a 17 anos, em situação de trabalho infantil. Dessa maneira, o governo contribui ao não buscar uma real mitigação, sem cumprir agir de acordo com as leis empregada pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.
Por fim, o trabalho e a exploração infantil deve ser pautado e solucionado, primeiramente pelos órgãos de saúde, educação, e junto ao conselho tutelar, que devem investigar, fiscalizar e punir de forma rigorosa, os que utilizam da mão de obra infantil. Também deve ser feito o maior investimento na educação, com mais recursos e inclusão nas escolas para que todos os indivíduos tenham a oportunidade de completarem o estudo. Deve-se esperar-se também, contar com o apoio da população e famílias para que essa realidade não permaneça e não atinja as futuras gerações.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Competência 1: Erros como "em função a isso" (correto: "em função disso") e "cumprir agir" (correto: "cumprir ao agir") afetam a norma-padrão. Sugiro revisar a concordância e o uso de preposições.
Competência 2: O tema foi bem abordado, com referências literárias e dados estatísticos.
Competência 3: A argumentação é clara, mas poderia ser mais organizada. Sugiro separar melhor as ideias para evitar confusão.
Competência 4: A coesão é prejudicada por frases longas e complexas. Recomendo o uso de conectivos mais claros.
Competência 5: A proposta de intervenção possui todos os elementos, mas falta detalhamento, como especificar quais recursos seriam necessários para a educação.
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