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Por om
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No Brasil contemporâneo, o reconhecimento dos direitos trabalhistas configura-se como um desafio pertinente, cuja resolução exige atenção urgente. Esse cenário decorre, sobretudo, de fatores como a desigualdade social e o egoísmo dos empregadores, os quais agravam seus efeitos sobre a classe trabalhadora. Diante disso, é necessário examinar as raízes desse impasse para, então, promover soluções eficazes.
Em primeiro lugar, é fundamental analisar como a desigualdade social contribui para a perpetuação do problema. Nesse sentido, o Período Colonial, iniciado no século XVI, representou um marco da disparidade social no Brasil, uma vez que apenas a minoria rica era detentora dos direitos. Todavia observa-se uma perpetuação do problema, haja vista a informalidade no mercado de trabalho atual, sem oferecer direitos básicos aos trabalhadores e com os patrões como donos de suas vidas. Assim, não é razoável que o reconhecimento de seus direitos permaneça em um país que almeja tornar-se uma nação desenvolvida.
Ademais, o egoísmo dos empregadores se demonstra um grave problema. Sob essa ótica, Aristóteles - expoente filósofo grego - defendia que os seres humanos seriam animais políticos, estariam aptos a conviver em coletividade na busca pelo bem comum. No entanto, essa concepção utópica não se manifesta na realidade, na medida que os indivíduos que contratam não oferecem formalidade de trabalho para garantir direitos básicos ao contratado, visando apenas o lucro. Dessa forma, enquanto o egoísmo nas relações de trabalho for a regra, a garantia dos direitos trabalhistas será a exceção.
Diante do exposto, é imprescindível que o Governo Federal atue na contenção do problema. Para isso, é necessário que ele, por meio do Ministério do Trabalho, crie uma campanha de fiscalização constante nas empresas e conscientização sobre os direitos trabalhistas tanto para contratantes como contratados, de modo a diminuir a informalidade e promover a dignidade do trabalho. Assim, será possível assegurar uma sociedade mais justa e igualitária.
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    Erros/limitações: 1) Gramática: pequenas falhas pontuais (ex.: “Todavia observe-se” deveria ser “Todavia, observa-se”; uso de vírgula após conectivos; ajuste de concordância em “o reconhecimento de seus direitos”/“serão a exceção”). 2) Coesão: alternância de ideias sem conectores entre parágrafos em alguns trechos; melhorar com conectivos de ligação. 3) Conteúdo: selective sobre o tema, poderia incluir dados ou exemplos mais atuais. Sugestões: reescrever a introdução com tese clara; usar conectivos como “além disso”, “por outro lado”; na conclusão, detalhar ação governamental: agência, meta, prazo, avaliação. Exemplo de melhoria: “Para reduzir a informalidade, o Governo, via Ministério do Trabalho, deve fiscalizar constantemente, orientar empresas e trabalhadores, com metas de 6 meses e avaliação anual.”

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  1. C1 norma-padrão

    Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.

  2. C2 Compreensão da proposta

    Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

  3. C3 seleção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

  4. C4 construção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

  5. C5 Proposta de Intervenção

    Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

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Por babaloo
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#167452
Avaliação da redação

Competência 1 (Norma-Padrão, gramática e forma): 160
- Erros pontuais de concordância e regência (ex.: “No Brasil contemporâneo, o reconhecimento dos direitos trabalhistas configura-se”; “Período Colonial” em meio ao texto gera trapalhadas cronológicas; uso de “observa-se” sem acento na forma correta; algumas construções são redundantes). Não há erros graves que comprometam o entendimento, mas há mais de 6 erros diferentes.

Competência 2 (Compreensão do tema e desenvolvimento): 160
- O tema “Trabalho” é debatido, com foco em desigualdade e egoísmo. Há introdução, desenvolvimento e conclusão, porém os argumentos são pouco articulados entre si e dependem de referências históricas (Período Colonial) de forma pouco coerente com o foco contemporâneo. Apesar disso, há aplicação de conceitos econômos e éticos para sustentar a defesa.

Competência 3 (Seleção, organização e interpretação de informações): 160
- Informações relevantes (desigualdade, informalidade, egoísmo, referência a Aristóteles) são selecionadas, mas a organização é irregular. Falta aprofundamento de evidências modernas (dados, leis, exemplos atuais) e ligação mais precisa entre ideias.

Competência 4 (Coesão e coerência): 120
- Uso de conectivos presente, mas a progressão lógica é às vezes abrupta (saltos entre colonialismo e mercado atual). Melhoraria com ligações mais claras entre parágrafos e reforço da relação causal entre desigualdade, informalidade e direitos.

Competência 5 (Proposta de intervenção): 160
- Proposta com agentes (Governo Federal/MPT), ação (campanha de fiscalização e conscientização), meio (fiscalização constante) e finalidade (diminuir informalidade e promover dignidade). Detalhamento moderado; falta especificar métricas, prazos e outros mecanismos de implementação.

Nota final por competência (aproximadas):
- Competência 1: 160
- Competência 2: 160
- Competência 3: 160
- Competência 4: 120
- Competência 5: 160

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