Nesse cenário, o pensamento da filósofa Hannah Arendt explica que o homem é um ser político, responsável por transformar a realidade em prol do bem comum. Assim, observa-se que, apesar do potencial transformador de ideias inovadoras como a de William, a ausência de políticas públicas e de investimentos tecnológicos nas regiões mais pobres limita as possibilidades de ascensão e perpetua o ciclo de pobreza.
Ademais, fatores como a desigualdade social e a falta de infraestrutura comprometem o desenvolvimento científico, tornando o acesso à informação privilégio de poucos. Isso demonstra a urgência de ações governamentais voltadas à democratização do conhecimento — como investimentos em educação de base, laboratórios escolares e formação de professores na área tecnológica —, de modo que jovens talentosos possam contribuir com soluções sustentáveis para o país.
Portanto, urge que o Ministério da Educação, em parceria com instituições privadas, promova programas de incentivo à pesquisa científica nas escolas públicas, por meio de feiras de ciência, bolsas de iniciação e oficinas de tecnologia. Assim, será possível formar uma geração mais criativa, crítica e engajada no desenvolvimento nacional.
Em muitas regiões, comunidades enfrentam desafios significativos que comprometem seu desenvolvimento social, econômico e cultural. A falta de acesso a recursos, informações ou oportunidades pode gerar desigualdades profundas, limitando o potencial de crescimento de indivíduos e grupos. No entanto, experiências de superação mostram que a criatividade, a educação e a aplicação do conhecimento podem transformar realidades adversas, promovendo soluções inovadoras e coletivas.
Observa-se que, mesmo diante de limitações estruturais, indivíduos ou grupos podem utilizar ferramentas disponíveis de maneira inteligente e estratégica para enfrentar problemas urgentes. Seja por meio do aprendizado, da colaboração comunitária ou da adaptação de recursos simples, a capacidade de identificar soluções evidencia que a educação e a inovação funcionam como instrumentos de transformação social e pessoal, permitindo que desafios complexos sejam convertidos em oportunidades de progresso.
Diante disso, é essencial que governos, instituições educacionais e sociedade civil promovam políticas públicas e iniciativas que ampliem o acesso ao conhecimento, incentivem a inovação e fortaleçam habilidades práticas desde a infância. Projetos voltados para a resolução de problemas concretos, aliados à disseminação de informações e recursos adequados, capacitam cidadãos a agir de maneira proativa, transformando adversidades em resultados positivos e promovendo o desenvolvimento sustentável de suas comunidades.
Portanto, a promoção da educação, da criatividade e do acesso à informação não apenas amplia horizontes individuais, mas também constitui ferramenta poderosa para a transformação social. Investir em aprendizado, colaboração e inovação é fundamental para enfrentar crises, reduzir desigualdades e construir sociedades mais justas, resilientes e conscientes de seus desafios coletivos.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Erros/notas: Comp.1: quase sem erros relevantes (pequena consistência de registro de título e algumas escolhas formais). Comp.2: aborda o tema, mas a estrutura não é claramente disposta em introdução–desenvolvimento–conclusão; trabalhar com parágrafos mais definidos ajuda. Comp.3: há repetição de ideias e informações entre trechos, prejudicando organização; reduzir redundâncias e selecionar apenas o conteúdo essencial. Comp.4: conectivos presentes, mas há avanço de ideias em longos períodos; usar encadeamentos mais diretos. Comp.5: intervenção bem formada com agente, ação, meio e finalidade; pode-se detalhar um exemplo específico de implementação para enriquecer a proposta (ex.: metas, prazos, indicadores). Sugestões: reorganizar em três blocos (introdução, desenvolvimento com 2–3 argumentos, conclusão). Ex.: “Ministério da Educação, em parceria com ONGs, promoverá feiras de ciência etc., com objetivo de ampliar o acesso à prática tecnológica até 2026.”
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