- 08 Jun 2024, 13:23
#130404
Na música "Imagine", de John Lennon, é retratada uma sociedade que se une, apesar das divergências culturais, a fim de alcançar a felicidade. Assim como na obra, fora da canção, a harmonia social é imprescindível para o desenvolvimento de uma nação. Contudo, no Brasil, a violência na sociedade impede a concretização dessa união. Desse modo, nota-se um imbróglio de contornos específicos, impulsionado tanto pela inércia estatal quanto pelo silenciamento social.
Em primeira análise, é lícito postular a incúria do Poder Público como fator agravante. Para John Locke, filósofo e contratualista, isso funciona como uma violação do "Contrato Social", onde o Estado não cumpre seu dever de garantir o bem-estar coletivo. Sendo assim, percebe-se no Brasil contemporâneo, uma inércia estatal em relação aos casos de violência, tendo em vista a insuficiência das leis, que não são aplicadas com o rigor necessário para que haja uma erradicação parcial da violência na sociedade brasileira. Por consequência disso, as ocorrências perdurarão e mais vidas estarão em risco.
Ademais, é coerente apontar a desinformação como impulsionadora do problema. Segundo Djamila Ribeiro, filósofa brasileira, é necessário tirar uma situação da invisibilidade para que as soluções sejam promovidas. Nesse sentido, existe um silenciamento social no que se refere à violência no território nacional. Tal conjuntura, ocorre devido à falta de informações como, campanhas publicitárias, e também a escassez de debates coletivos como palestras e rodas de conversa. Com isso, uma parcela substancial da população é alienada e não sabe lidar da maneira correta quando são expostas a casos de violência.
Depreende-se, portanto, a necessidade de combater os obstáculos supracitados. Dessa forma, o Governo Federal, responsável por garantir o bem-estar social coletivo, deve promover a realização de encontros territoriais, nos quais serão discutidas abrangentemente a violência no corpo social brasileiro. Tal ação deverá ser executada por meio da criação de cessão de verbas governamentais à fim de promover debates e erradicar gradualmente os casos de violência. Assim, a união retratada em "Imagine" será uma realidade cada vez mais possível.
Em primeira análise, é lícito postular a incúria do Poder Público como fator agravante. Para John Locke, filósofo e contratualista, isso funciona como uma violação do "Contrato Social", onde o Estado não cumpre seu dever de garantir o bem-estar coletivo. Sendo assim, percebe-se no Brasil contemporâneo, uma inércia estatal em relação aos casos de violência, tendo em vista a insuficiência das leis, que não são aplicadas com o rigor necessário para que haja uma erradicação parcial da violência na sociedade brasileira. Por consequência disso, as ocorrências perdurarão e mais vidas estarão em risco.
Ademais, é coerente apontar a desinformação como impulsionadora do problema. Segundo Djamila Ribeiro, filósofa brasileira, é necessário tirar uma situação da invisibilidade para que as soluções sejam promovidas. Nesse sentido, existe um silenciamento social no que se refere à violência no território nacional. Tal conjuntura, ocorre devido à falta de informações como, campanhas publicitárias, e também a escassez de debates coletivos como palestras e rodas de conversa. Com isso, uma parcela substancial da população é alienada e não sabe lidar da maneira correta quando são expostas a casos de violência.
Depreende-se, portanto, a necessidade de combater os obstáculos supracitados. Dessa forma, o Governo Federal, responsável por garantir o bem-estar social coletivo, deve promover a realização de encontros territoriais, nos quais serão discutidas abrangentemente a violência no corpo social brasileiro. Tal ação deverá ser executada por meio da criação de cessão de verbas governamentais à fim de promover debates e erradicar gradualmente os casos de violência. Assim, a união retratada em "Imagine" será uma realidade cada vez mais possível.