- 16 Nov 2021, 15:54
#81937
O crescimento e desenvolvimento tecnológico auxilia a sociedade em diversos âmbitos, como o PIX, meio de pagamentos e transferências eletrônicas instantâneas e gratuitas lançado no Brasil no final de 2020. Porém, há no Brasil uma enorme desigualdade social, e em uma situação de escassez de informação e acesso tecnológico, métodos como o PIX podem privar pessoas mais pobres do acesso a bancos, portanto, devem ser debatidos.
Em primeira mão, é necessário afirmar que o Brasil é um país pobre, no qual há pessoas que não possuem celulares ou outros meios de acessibilidade para essas tecnologias. Segundo levantamento da Fundação Getúlio Vargas, parte da classe D e E não conseguiram demandar o auxílio emergencial, pois, todo o processo de requerimento era feito pela internet, ficando assim, sem dinheiro. Logo, é necessário que a tecnologia seja acessível para todos, para que assim, não haja os chamados “excluídos digitais”, que ficam a margem da sociedade pela escassez de acesso digital.
Contudo, outra adversidade que atravanca os avanços da economia digital é a falta de informação. Na sociedade brasileira, pessoas que têm acesso à tecnologia tiveram dificuldade em baixar o aplicativo da Caixa Econômica Federal, e apresentaram também uma dificuldade no uso desse aplicativo, pois há uma escassez de informação que prejudica a população. Logo, se não houver uma disseminação da informação para com a tecnologia, não haverá evolução nos métodos econômicos digitais.
Destarte, fica evidente que avanço digital na sociedade brasileira é legítimo, porém é imprescindível que seja debatido para que haja garantia de acesso a todos. Nesse âmbito, é necessário que o Ministério da Economia junto aos bancos atuantes no Brasil criem métodos de acessibilidade e informação às novas tecnologias econômicas por meio do combate a desigualdade social e a disseminação de informação, que deverá ser feita por jornais e mídias televisivas visando toda população, a fim de se obter avanço na economia digital sem excluir os mais pobres. Desse modo, a sociedade brasileira poderá se sentir além de segura, apta para novas tecnologias que auxiliarão a economia.
Em primeira mão, é necessário afirmar que o Brasil é um país pobre, no qual há pessoas que não possuem celulares ou outros meios de acessibilidade para essas tecnologias. Segundo levantamento da Fundação Getúlio Vargas, parte da classe D e E não conseguiram demandar o auxílio emergencial, pois, todo o processo de requerimento era feito pela internet, ficando assim, sem dinheiro. Logo, é necessário que a tecnologia seja acessível para todos, para que assim, não haja os chamados “excluídos digitais”, que ficam a margem da sociedade pela escassez de acesso digital.
Contudo, outra adversidade que atravanca os avanços da economia digital é a falta de informação. Na sociedade brasileira, pessoas que têm acesso à tecnologia tiveram dificuldade em baixar o aplicativo da Caixa Econômica Federal, e apresentaram também uma dificuldade no uso desse aplicativo, pois há uma escassez de informação que prejudica a população. Logo, se não houver uma disseminação da informação para com a tecnologia, não haverá evolução nos métodos econômicos digitais.
Destarte, fica evidente que avanço digital na sociedade brasileira é legítimo, porém é imprescindível que seja debatido para que haja garantia de acesso a todos. Nesse âmbito, é necessário que o Ministério da Economia junto aos bancos atuantes no Brasil criem métodos de acessibilidade e informação às novas tecnologias econômicas por meio do combate a desigualdade social e a disseminação de informação, que deverá ser feita por jornais e mídias televisivas visando toda população, a fim de se obter avanço na economia digital sem excluir os mais pobres. Desse modo, a sociedade brasileira poderá se sentir além de segura, apta para novas tecnologias que auxiliarão a economia.
- 18 Nov 2021, 00:29
#82117
Essa redação tá perfeita, a introdução e o desenvolvimento ficaram ótimos, e a conclusão bem feita também. Só deu uma escorregada nas crases e coisa pequena em concordância nominal. Tiraria uns 980 dependendo dos corretores