Por Lafreolli
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Na obra literária brasileira "O cidadão de Papel" é retratado o modo como os atos constitucionais são executados em território nacional, o contexto é uma crítica ao sistema e como os direitos básicos dos cidadãos não são assegurados na prática. Nesse viés, constata-se que a garantia ao acesso à cidadania não é concretizado de maneira eficaz, ocasionando uma inegável exclusão social. Com isso, a falta de identificação através da documentação se torna um problema social, tendo em vista que sem a certidão de nascimento não é possível trabalhar, estudar e exercer a cidadania dificultando assim a resolução de problemas como a melhoria de vida desses cidadões, tornando-os sucetíveis a miséria.

Em primeira análise, é válido ressaltar que o estudo é a base do ser humano, a impossibilidade de vivenciar a educação escolar é o mesmo que privar possíveis oportunidades, não só de crescimento pessoal mas também financeiramente. Perpetuando assim, as desigualdades sociais ferindo fortemente os ideais previstos pelo filósofo, John Locke em sua obra , "Teoria do Contratualismo" que demonstra o dever do governo em estruturar bem os moradores de seu país e garantir melhorias de vida.

Ademais, é notório que a privação de documentação acentua invisibilidade de pessoas que em sua maioria são periféricas, tornando o Brasil ineficiente quando se trata de equidade. Contrariando a própria Constituição Federal, que na tese, garante os mesmos direitos à todos os residentes em território nacional. Desse modo, faz-se necessário uma revisão geral de como é possível reverter o quadro a falta de acesso a cidadania na nação verde amarela.

Portanto, urge a necessidade de minimizar os problemas supracitados. Contudo, cabe ao governo federal amenizar tamanha negligência estatal de modo que se faça cumprir os direitos assegurados na constituição de 88.
Esta ação deve se concretizar por meio de abertura de cartórios em áreas periféricas e de fácil acesso à população, a verba para tal ato sairá do fundo nacional de economia com a finalidade de expansão e democratização populacional, auxiliando a facilitação de inserir-se em escolas e trabalhos tornando viável a pertença a sociedade.
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Por Odailson
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#82813
Na obra literária brasileira "O cidadão de Papel" é retratado o modo como os atos constitucionais são executados em território nacional, o contexto é uma crítica ao sistema e como os direitos básicos dos cidadãos não são assegurados na prática. Nesse viés, constata-se que a garantia ao acesso à cidadania não é concretizado de maneira eficaz, ocasionando uma inegável exclusão social. Com isso, a falta de identificação através da documentação se torna um problema social, tendo em vista que sem a certidão de nascimento não é possível trabalhar, estudar e exercer a cidadania dificultando, assim, a resolução de problemas como a melhoria de vida desses cidadões, tornando-os sucetíveis a miséria.

Analisando sua introdução, pude ver uma fluidez na contextualização e o modo que você organizou, simplesmente adorei.

Em primeira análise, é válido ressaltar que o estudo é a base do ser humano, a impossibilidade de vivenciar a educação escolar é o mesmo que privar possíveis oportunidades, não só de crescimento pessoal mas também financeiramente. Perpetuando assim, as desigualdades sociais ferindo fortemente os ideais previstos pelo filósofo, John Locke em sua obra , "Teoria do Contratualismo" que demonstra o dever do governo em estruturar bem os moradores de seu país e garantir melhorias de vida.

Aqui, está bastante relevante, só acho que deveria ter se aprofundado mais, mesmo assim, está bom.

Ademais, é notório que a privação de documentação acentua invisibilidade de pessoas que em sua maioria são periféricas, tornando o Brasil ineficiente quando se trata de equidade. Contrariando a própria Constituição Federal, que na tese, garante os mesmos direitos à todos os residentes em território nacional. Desse modo, faz-se necessário uma revisão geral de como é possível reverter o quadro a falta de acesso a cidadania na nação verde amarela.

Aqui em vermelho, você deveria ter especificado o por que dessa ineficiência, qual a razação dessa negligência, ou seja, aprofundar um pouquinho mais ou ir direto ao ponto.

Portanto, urge a necessidade de minimizar os problemas supracitados. Contudo, cabe ao governo federal amenizar tamanha negligência estatal de modo que se faça cumprir os direitos assegurados na constituição de 1988.
Esta ação deve se concretizar por meio de abertura de cartórios em áreas periféricas e de fácil acesso à população, a verba para tal ato sairá do fundo nacional de economia com a finalidade de expansão e democratização populacional, auxiliando a facilitação de inserir-se em escolas e trabalhos tornando viável a pertença a sociedade.

A conclusão está ótima, já que você especificou o que deve ser feito para minimizar a situação e o agente como executor da proposta e, por fim a finalidade.

A finalizar, sua redação está bastante boa, principalmente a sua introdução, parabéns pelo esfoço. 😁
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