- 31 Mar 2018, 12:28
#2564
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema Os desafios da sexualidade na adolescência, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.
TEXTO I
Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) feita com mais de 100.000 alunos do 9º ano do ensino fundamental, entre 13 e 15 anos, mostra que, em 2015, 66% tinham usado camisinha na última relação sexual — uma redução preocupante em relação a 2012, quando 75% revelaram ter posto o preservativo.
O infectologista Artur Timerman, do Hospital Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, afirma: “Os jovens estão deixando de se cuidar porque simplesmente não temem as doenças transmitidas pelo sexo”. O dado assustador: no Brasil, os casos de aids nos adolescentes entre 15 e 19 anos cresceram de 2,8 para cada 100 000 habitantes em 2006 para 5,8 a cada 100 000 pessoas em 2015.
TEXTO II
Os estímulos para o sexo estão cada vez mais presentes no dia a dia. São letras de músicas, danças, programas de televisão. Por outro lado, na urgência do cotidiano, os pais encontram cada vez menos tempo para conversar com os filhos. A educação sexual então acaba sobrando para a escola ou para os amigos, quando deveria começar em casa, ser complementada pela escola e encaminhada por um profissional de saúde.
É fundamental que a família preste atenção nas mudanças que acontecem nessa fase do desenvolvimento. Quanto mais próximos estiverem pais e filhos, menores serão os riscos de informações indevidas, além de sempre ser possível perguntar alguma coisa. A internet também é uma boa fonte de consulta. O importante é que as dúvidas sejam sempre esclarecidas e dialogadas. Se necessário, sob intervenção médica.
Nas escolas, os programas disciplinares que envolvem sexualidade geralmente dão o assunto de forma mais ampla e sem espaço para tirar dúvidas. Para ampliar o assunto, fica a necessidade de complementar o que foi ensinado com projetos envolvendo profissionais da área. Participar de oficinas de educação sexual, bem como ter consultas médicas periódicas, dá aos adolescentes um espaço para conversar de forma mais pessoal. Bem-informados, eles podem prevenir as DSTs.
TEXTO III
Pouco mais de duas décadas atrás, quando um grupo de adolescentes se reunia no vestiário da escola ou do clube, o máximo de erotismo a que eles tinham acesso era uma revista que mostrava fotos de mulheres com os seios de fora. Nu frontal, só em publicações estrangeiras. Imagens de sexo explícito só apareciam nas histórias pornográficas desenhadas por Carlos Zéfiro. Hoje, quando o sinal do intervalo dispara e um grupo de alunos deixa a sala de aula para colocar em dia a conversa com os colegas, muitos têm algo bem mais picante para mostrar no visor do celular. O que os excita são as cenas de adolescentes nuas ou praticando sexo. Não se trata de cenas baixadas da internet, mas gravadas por colegas e distribuídas por tecnologias a que todo celular hoje em dia tem acesso, como o Bluetooth. O fenômeno de fotografar ou filmar a si próprio em momentos de intimidade e transmitir as imagens por celular nasceu nos Estados Unidos, onde é chamado de “sexting” – neologismo que une sex (sexo) e texting (a troca de mensagem de texto pelo telefone). Em pouco tempo, a mania se espalhou como vírus.
TEXTO IV
TEXTO I
Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) feita com mais de 100.000 alunos do 9º ano do ensino fundamental, entre 13 e 15 anos, mostra que, em 2015, 66% tinham usado camisinha na última relação sexual — uma redução preocupante em relação a 2012, quando 75% revelaram ter posto o preservativo.
O infectologista Artur Timerman, do Hospital Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, afirma: “Os jovens estão deixando de se cuidar porque simplesmente não temem as doenças transmitidas pelo sexo”. O dado assustador: no Brasil, os casos de aids nos adolescentes entre 15 e 19 anos cresceram de 2,8 para cada 100 000 habitantes em 2006 para 5,8 a cada 100 000 pessoas em 2015.
Disponível em: veja.abril.com.br
TEXTO II
Os estímulos para o sexo estão cada vez mais presentes no dia a dia. São letras de músicas, danças, programas de televisão. Por outro lado, na urgência do cotidiano, os pais encontram cada vez menos tempo para conversar com os filhos. A educação sexual então acaba sobrando para a escola ou para os amigos, quando deveria começar em casa, ser complementada pela escola e encaminhada por um profissional de saúde.
É fundamental que a família preste atenção nas mudanças que acontecem nessa fase do desenvolvimento. Quanto mais próximos estiverem pais e filhos, menores serão os riscos de informações indevidas, além de sempre ser possível perguntar alguma coisa. A internet também é uma boa fonte de consulta. O importante é que as dúvidas sejam sempre esclarecidas e dialogadas. Se necessário, sob intervenção médica.
Nas escolas, os programas disciplinares que envolvem sexualidade geralmente dão o assunto de forma mais ampla e sem espaço para tirar dúvidas. Para ampliar o assunto, fica a necessidade de complementar o que foi ensinado com projetos envolvendo profissionais da área. Participar de oficinas de educação sexual, bem como ter consultas médicas periódicas, dá aos adolescentes um espaço para conversar de forma mais pessoal. Bem-informados, eles podem prevenir as DSTs.
Trecho retirado de http://www.isaudebahia.com.br/noticias/detalhe/ noticia/dst-na-adolescencia-a-maior-arma-e-a-informacao/
TEXTO III
Pouco mais de duas décadas atrás, quando um grupo de adolescentes se reunia no vestiário da escola ou do clube, o máximo de erotismo a que eles tinham acesso era uma revista que mostrava fotos de mulheres com os seios de fora. Nu frontal, só em publicações estrangeiras. Imagens de sexo explícito só apareciam nas histórias pornográficas desenhadas por Carlos Zéfiro. Hoje, quando o sinal do intervalo dispara e um grupo de alunos deixa a sala de aula para colocar em dia a conversa com os colegas, muitos têm algo bem mais picante para mostrar no visor do celular. O que os excita são as cenas de adolescentes nuas ou praticando sexo. Não se trata de cenas baixadas da internet, mas gravadas por colegas e distribuídas por tecnologias a que todo celular hoje em dia tem acesso, como o Bluetooth. O fenômeno de fotografar ou filmar a si próprio em momentos de intimidade e transmitir as imagens por celular nasceu nos Estados Unidos, onde é chamado de “sexting” – neologismo que une sex (sexo) e texting (a troca de mensagem de texto pelo telefone). Em pouco tempo, a mania se espalhou como vírus.
Trecho disponível em http://revistacrescer.globo.com/ Revista/Crescer/0,,ERT66866-15565,00.html
TEXTO IV
- 20 Nov 2021, 12:34
#82418
Manoel de barros, grande poeta pós-modernista, desenvolveu em suas obras uma “teologia de traste”, cuja principal característica reside em dar valor a situações frequentemente esquecidas ou ignoradas. Seguindo a lógica barrosiana, é necessário, portanto, valorizar também os desafios da sexualidade na adolescência, já que grande tecido da população não enxerga a problemática com devida relevância. Dessa maneira o problema se da seja pela negligencia familiar, seja pela inoperância do Estado.
Sob esse viés, é valido postular que a omissão da família impulsiona esse revés. De acordo com o psiquiatra Augusto Cury, a família deve ser o alicerce no desenvolvimento do indivíduo na sociedade. No entanto, muitas vezes, isso não ocorre, já que os pais não dialogam com seus filhos a respeito do uso de preservativos, sobre a sexologia, no geral, para pelo menos ter uma noção de sexualidade. Dessa forma, os pais delegam suas funções para as escolas que, muitas vezes, não ensina sobre esse grande obstáculo. Assim, a lógica de Cury é totalmente deturpada.
Ademais, vale ressaltar também a inoperância do governo e sua intrínseca relação com os desafios da sexualidade na adolescência. Segundo o filosofo Thomas Hobbes, o Estado tem a função de garantir o bem-estar social. Seguindo essa linha raciocínio, percebe-se que a máxima proposta é totalmente destoada, já que o governo falha investindo pouco em projetos informativos sobre a sexualidade. Dessa maneira, o tecido social, principalmente os jovens, sofrem carecendo dessas informações necessárias sobre as relações sexuais e os perigos que podem trazer. Logo, por falta de informação, adquirem doenças sexualmente transmissíveis, ou até uma eventual gravidez precoce.
Portanto, urge que medidas para combater os desafios da sexualidade na adolescência devem ser criadas. Dessarte, o Ministério da Saúde, pasta do governo relacionada a questões de saúde, deve informar a todo corpo civil, principalmente os jovens. Isso ocorrerá por meio da criação de publicidade audiovisuais sobre a sexualidade, a importância do diálogo entre pais e filhos e os perigos que podem trazer, utilizando como veículo de transmissão mídias socias, como televisão e redes sociais, com o fito de conscientizar toda a população sobre a sexualidade. Outrossim, escolas devem investir mais no ensinamento sobre sexologia e criar uma roda de dialogo para perguntas e resposta. Assim a população terá a devida ciência sobre a sexualidade.
Sob esse viés, é valido postular que a omissão da família impulsiona esse revés. De acordo com o psiquiatra Augusto Cury, a família deve ser o alicerce no desenvolvimento do indivíduo na sociedade. No entanto, muitas vezes, isso não ocorre, já que os pais não dialogam com seus filhos a respeito do uso de preservativos, sobre a sexologia, no geral, para pelo menos ter uma noção de sexualidade. Dessa forma, os pais delegam suas funções para as escolas que, muitas vezes, não ensina sobre esse grande obstáculo. Assim, a lógica de Cury é totalmente deturpada.
Ademais, vale ressaltar também a inoperância do governo e sua intrínseca relação com os desafios da sexualidade na adolescência. Segundo o filosofo Thomas Hobbes, o Estado tem a função de garantir o bem-estar social. Seguindo essa linha raciocínio, percebe-se que a máxima proposta é totalmente destoada, já que o governo falha investindo pouco em projetos informativos sobre a sexualidade. Dessa maneira, o tecido social, principalmente os jovens, sofrem carecendo dessas informações necessárias sobre as relações sexuais e os perigos que podem trazer. Logo, por falta de informação, adquirem doenças sexualmente transmissíveis, ou até uma eventual gravidez precoce.
Portanto, urge que medidas para combater os desafios da sexualidade na adolescência devem ser criadas. Dessarte, o Ministério da Saúde, pasta do governo relacionada a questões de saúde, deve informar a todo corpo civil, principalmente os jovens. Isso ocorrerá por meio da criação de publicidade audiovisuais sobre a sexualidade, a importância do diálogo entre pais e filhos e os perigos que podem trazer, utilizando como veículo de transmissão mídias socias, como televisão e redes sociais, com o fito de conscientizar toda a população sobre a sexualidade. Outrossim, escolas devem investir mais no ensinamento sobre sexologia e criar uma roda de dialogo para perguntas e resposta. Assim a população terá a devida ciência sobre a sexualidade.
- 08 Jun 2022, 17:04
#93607
Segundo o filósofo Pitágoras, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco será mudada. De maneira análoga a isso, a educação sobre a sexualidade entre adolescentes. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: falta de conhecimento e irresponsabilidade governamental.
Em primeira análise, evidencia-se a falta de conhecimento entre adolescentes de 13 a 16 anos. Sob essa ótica, segundo dados do IBGE mais de 75% dos jovens não possuem educação sexual, tanto nas escolas como em suas residências. Dessa forma, a ausência dessa aprendizagem pode acarretar uma gravidez indesejada ou uma doença transmitida sexualmente, como HIV, AIDS ou até sífilis.
Além disso, é notória a irresponsabilidade governamental presente nesse tema. Desse modo, assim como disse o sociólogo Arthur Lewis, educação nunca foi despesa, sempre foi um investimento com retorno garantido. Consoante a isso, a falta de interesse do estado sob esse estigma, cria consequências para a vida do adolescente que, não possui informações suficientes para se proteger e tem receio de ter essa conversa com seus pais, pois esse assunto ainda é um tabu.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham diminuir as dificuldades de se educar sexualmente um adolescente. Dessa maneira, cabe ao governo, com o ministério da educação, fazer campanhas que venham promover aos pais, professores, alunos e a todos, palestras incentivando o lado positivo dessa educação, por meio das escolas, redes sociais e em toda a comunidade, de modo que o tabu erguido nesse assunto seja quebrado. Somente assim, através da sociedade podemos transformar a educação.
Em primeira análise, evidencia-se a falta de conhecimento entre adolescentes de 13 a 16 anos. Sob essa ótica, segundo dados do IBGE mais de 75% dos jovens não possuem educação sexual, tanto nas escolas como em suas residências. Dessa forma, a ausência dessa aprendizagem pode acarretar uma gravidez indesejada ou uma doença transmitida sexualmente, como HIV, AIDS ou até sífilis.
Além disso, é notória a irresponsabilidade governamental presente nesse tema. Desse modo, assim como disse o sociólogo Arthur Lewis, educação nunca foi despesa, sempre foi um investimento com retorno garantido. Consoante a isso, a falta de interesse do estado sob esse estigma, cria consequências para a vida do adolescente que, não possui informações suficientes para se proteger e tem receio de ter essa conversa com seus pais, pois esse assunto ainda é um tabu.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham diminuir as dificuldades de se educar sexualmente um adolescente. Dessa maneira, cabe ao governo, com o ministério da educação, fazer campanhas que venham promover aos pais, professores, alunos e a todos, palestras incentivando o lado positivo dessa educação, por meio das escolas, redes sociais e em toda a comunidade, de modo que o tabu erguido nesse assunto seja quebrado. Somente assim, através da sociedade podemos transformar a educação.
- 24 Out 2024, 20:46
#136436
Ginny e Giorgia é uma série que conta a história de Giorgia, uma adolescente de foi mãe de Ginny, fruto de um relacionamento tóxico e conturbado, e precisou viver sua vida fugindo e sem apoio familiar. Fora das telas, a realidade de muitas adolescentes não é muito diferente. Com o decorrer dos anos, o senso de independência dos adolescentes tem se manifestado em crianças e adolescentes cada vez mais novos, com isso, é deixado de lado o interesse e dependência da orientação dos pais. Quando o assunto é educação sexual, um tema tão complexo de se conversar, os jovens preferem recorrer á um colega, a internet do que aos pais, o que nem sempre é a melhor das opções. No cenário atual, é notório que a falta da educação sexual tem desencadeado cada vez mais mães e pais cada vez mais jovens e doenças sexualmente transmissíveis tem se espalhado cada vez mais entre eles.
A gravidez na adolescência gera impactos muito maiores do que simplesmente um filho na vida desses jovens. Uma gravidez em idade precoce pode apresentar grandes riscos a saúde, não só da mãe como também pra saúde do bebê, como parto prematuro, má formação, baixo peso ao nascer, além dos diversos impactos psicológicos que essa mãe pode sofrer, a gravidez na adolescência tem uma chance maior de aborto espontâneo. Na grande maior das vezes, uma gravidez na adolescência também impacta na vida estudantil desse adolescente, principalmente a mãe, que abandona o estudo pela nescidade de criar um filho, e muitas das vezes até de trabalhar pra suprir as necessidades básicas do seu filho, em grande parte das vezes sozinha, limitando cada vez mais suas oportunidades futuras de um bom emprego, uma boa faculdade ou uma boa estrutura de vida.
A adolescência é a fase dos hormônios a flor da pele, a fase das descobertas, a fase da autonomia e da liberdade, fase na qual dificilmente o jovem prefere manter relações com um só parceiro do que com múltiplos, frequentemente sem o uso de preservativos. Numa relação sexual sem preservativo, a gravidez não é a única consequência. As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) tem sido cada vez mais frequentes em adolescentes, que de maneira inconsequente descartam o uso de preservativos, sem pensar nas inúmeras consequências que pode se ocasionar.
Diante de tantas problemáticas a educação sexual no Brasil merece uma atenção especial. Diversas formas de abordagens podem resolver essa questão. Cabe os pais de crianças e adolescentes dar a conscientização e orientação sexual aos seus filhos da fase da pré adolescência, reforçando a necessidade do preservativo, e da facilidade de adquirir, visto que são entregues em qualquer posto de saúde de maneira gratuita. Para maiores mudanças desse cenários, é necessário palestras de conscientização nas escolas, mostrando as reais consequências da falta de responsabilidade sexual.
A gravidez na adolescência gera impactos muito maiores do que simplesmente um filho na vida desses jovens. Uma gravidez em idade precoce pode apresentar grandes riscos a saúde, não só da mãe como também pra saúde do bebê, como parto prematuro, má formação, baixo peso ao nascer, além dos diversos impactos psicológicos que essa mãe pode sofrer, a gravidez na adolescência tem uma chance maior de aborto espontâneo. Na grande maior das vezes, uma gravidez na adolescência também impacta na vida estudantil desse adolescente, principalmente a mãe, que abandona o estudo pela nescidade de criar um filho, e muitas das vezes até de trabalhar pra suprir as necessidades básicas do seu filho, em grande parte das vezes sozinha, limitando cada vez mais suas oportunidades futuras de um bom emprego, uma boa faculdade ou uma boa estrutura de vida.
A adolescência é a fase dos hormônios a flor da pele, a fase das descobertas, a fase da autonomia e da liberdade, fase na qual dificilmente o jovem prefere manter relações com um só parceiro do que com múltiplos, frequentemente sem o uso de preservativos. Numa relação sexual sem preservativo, a gravidez não é a única consequência. As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) tem sido cada vez mais frequentes em adolescentes, que de maneira inconsequente descartam o uso de preservativos, sem pensar nas inúmeras consequências que pode se ocasionar.
Diante de tantas problemáticas a educação sexual no Brasil merece uma atenção especial. Diversas formas de abordagens podem resolver essa questão. Cabe os pais de crianças e adolescentes dar a conscientização e orientação sexual aos seus filhos da fase da pré adolescência, reforçando a necessidade do preservativo, e da facilidade de adquirir, visto que são entregues em qualquer posto de saúde de maneira gratuita. Para maiores mudanças desse cenários, é necessário palestras de conscientização nas escolas, mostrando as reais consequências da falta de responsabilidade sexual.