- 21 Nov 2021, 23:17
#82589
No contexto de pandemia global do Covid-19-2020-, a resposta de um casal ao serem questionados, por um fiscal público, do por que de estarem aglomerando foi alvo de repercussão nacional. Os cônjudes alegavam que não eram "meros cidadãos" e sim engenheiros. O ocorrido reflete a imagem distorcida, pelos brasileiros, de que o status social determina o nível de cidadania. Desse modo, o brasileiro médio-base da pirâmide socioeconômica- tem uma visão tão deturpada de si que até acessar os direitos promovidos pela emissão de registros civis se faz uma tarefa dispensável, o que acarreta na invisibilidade e exclusão destes
A princípio, faz-se necessário ressaltar a falta de autoestima do povo tupiniquin e como esta reflete nas estimativas de pessoas sem documentos. Sob a ótica da historiadora e professora da UFMG, Hellen Starlin, a construção de cidadania em solo brasileiro configura-se como uma difícil tarefa,numa vez que o brasileiro comum-enorme parcela de pessoas que compõe o corpo social nacional- possui preceitos negativos sob si. Nesse sentido, a vontade de obter-se, por exemplo, título de eleitor ou registro de nascimento só se faz presente quando a apresentação de tais papéis se faz obrigatória e não um comportamento que visa priorizar o exercício dos direitos e deveres da cidadania. Logo, a problemática tem caráter cultural
Outrossim, é lícito referenciar o cientista social brasileiro José Murilo de Carvalho e o conceito de Cidadão Impleto abordado em sua obra literária: Cidadania no Brasil: Um longo caminho, nesta o sociólogo afirma que cidadão é aquele que exerce seus direitos civis, sociais e políticos. Sob tal perspectiva, os brasilienses sem registro não garantem a tríade cidadã, visto que: este se faz invisível ao Estado. Dessa forma perde-se o acesso a benefícios sociais e defesa de interesses individuais. Assim, os "não identificados" ficam excluídos das dinâmicas sociais.
Portanto, medidas são necessárias para o icentivo ao alcance da cidadania em territótio nacional. O Estado-principal promotor da harmonia social- deve, por intermédio de ações monetárias financiar campanhas publicitárias em parceria com a mídia-instrumento de ampla abrangência objetivando aumentar a autoestima dos brasilienses para que, ao contrário da moça abordada na Barra da Tijuca, exerção a plena cidadania
A princípio, faz-se necessário ressaltar a falta de autoestima do povo tupiniquin e como esta reflete nas estimativas de pessoas sem documentos. Sob a ótica da historiadora e professora da UFMG, Hellen Starlin, a construção de cidadania em solo brasileiro configura-se como uma difícil tarefa,numa vez que o brasileiro comum-enorme parcela de pessoas que compõe o corpo social nacional- possui preceitos negativos sob si. Nesse sentido, a vontade de obter-se, por exemplo, título de eleitor ou registro de nascimento só se faz presente quando a apresentação de tais papéis se faz obrigatória e não um comportamento que visa priorizar o exercício dos direitos e deveres da cidadania. Logo, a problemática tem caráter cultural
Outrossim, é lícito referenciar o cientista social brasileiro José Murilo de Carvalho e o conceito de Cidadão Impleto abordado em sua obra literária: Cidadania no Brasil: Um longo caminho, nesta o sociólogo afirma que cidadão é aquele que exerce seus direitos civis, sociais e políticos. Sob tal perspectiva, os brasilienses sem registro não garantem a tríade cidadã, visto que: este se faz invisível ao Estado. Dessa forma perde-se o acesso a benefícios sociais e defesa de interesses individuais. Assim, os "não identificados" ficam excluídos das dinâmicas sociais.
Portanto, medidas são necessárias para o icentivo ao alcance da cidadania em territótio nacional. O Estado-principal promotor da harmonia social- deve, por intermédio de ações monetárias financiar campanhas publicitárias em parceria com a mídia-instrumento de ampla abrangência objetivando aumentar a autoestima dos brasilienses para que, ao contrário da moça abordada na Barra da Tijuca, exerção a plena cidadania