- 22 Nov 2021, 20:10
#82864
A filósofa alemã "Hannah Arendt", estipulou a teoria de "Banalidade do Mal" em que a massificação e alienação da sociedade através dos anos se tornou tão grande que não podemos enxergar as mazelas e desigualdades em que a sociedade ainda vive. Em detrimento disso, observa-se no corpo social brasileiro atual a Invisibilidade na Garantia aos Direitos de Registro Civil e Cidadania no Brasil. Dessa forma, evidencia-se uma negligência governamental e total falta de empatia perante essa problemática.
Diante dessa situação, é evidente a negligência do estado em solucionar esse malefício. A DUDH, garante no seu artigo 1 que "todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos". Entretanto, a incapacidade e insuficiência legislativa para com os indivíduos vem se tornando persistente. Todavia, o sentimento de abandono fica cada vez mais explícito, a insatisfação E os direitos à educação, alimentação e cidadania são perdidos.
Consequentemente, Os preconceitos para com esses indivíduos, principalmente, total falta de empatia são emgrandecidos. O que acaba ferindo a Constituição Federal de 1988, seu artigo 5 que diz " todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza". Em oposição a isso, observa-se o contrário. A população acaba tendo aversão a esses indivíduos. Dificultando a eles a capacidade de conseguir emprego e totós os benefícios em que os cidadãos tem direito. Além disso, toda a sua autoestima é abalada quando não possui a cidadania.
Infere-se, portanto, medidas para reverter essa problemática. É inoportuno o governo em parceria com a população civil acolher essas pessoas por meio de garantias na legislação, criando e implementando leis que garantam os registros de toda essa parcela. Dessa forma, aumentando a participação dessas pessoas no país e reafirmando aos seus direitos à cidadania. Só assim, a população não estará desenganada como afirmou Hannah Arendt em "Banalidade do Mal".
Diante dessa situação, é evidente a negligência do estado em solucionar esse malefício. A DUDH, garante no seu artigo 1 que "todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos". Entretanto, a incapacidade e insuficiência legislativa para com os indivíduos vem se tornando persistente. Todavia, o sentimento de abandono fica cada vez mais explícito, a insatisfação E os direitos à educação, alimentação e cidadania são perdidos.
Consequentemente, Os preconceitos para com esses indivíduos, principalmente, total falta de empatia são emgrandecidos. O que acaba ferindo a Constituição Federal de 1988, seu artigo 5 que diz " todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza". Em oposição a isso, observa-se o contrário. A população acaba tendo aversão a esses indivíduos. Dificultando a eles a capacidade de conseguir emprego e totós os benefícios em que os cidadãos tem direito. Além disso, toda a sua autoestima é abalada quando não possui a cidadania.
Infere-se, portanto, medidas para reverter essa problemática. É inoportuno o governo em parceria com a população civil acolher essas pessoas por meio de garantias na legislação, criando e implementando leis que garantam os registros de toda essa parcela. Dessa forma, aumentando a participação dessas pessoas no país e reafirmando aos seus direitos à cidadania. Só assim, a população não estará desenganada como afirmou Hannah Arendt em "Banalidade do Mal".
- 22 Nov 2021, 21:08
#82881
A constituição de 1988, artigo 6° enfatiza que todos devem ter acesso a cidadania, porém essa não é a realidade de muitas pessoas no Brasil. A maioria da população que não apresenta documentação básica como CPF, RG, certidão de nascimento, etc, são as minorias sociais, contudo nos dias de hoje já existe alguns grupos humanistas que lutam para garantir o acesso a cidadania no Brasil contemporâneo.
Antes de tudo é bom frisar que a maioria da população que não apresenta documentação pessoal são pessoas que não tem acesso à saneamento básico, não conseguem enxergar a importância dessa documentação ou simplesmente não conseguem ter acesso por motivos pessoais. Por mais que seja difícil acreditar nessa realidade ela existe e temos que lutar para acabar com essa desigualdade.
Outrossim na atualidade em que vivmeos ja existe pessoas que estão agindo para identificar essa minoria e dar a eles a visibilidade que todos deveriam ter. Para garantir o acesso a cidadania no Brasil precisamos comentar cada vez mais sobre esse tema tão importante, além do mais estamos na era da tecnologia.
Por fim, pode-se concluir que cabe ao governo investir mais nessa tema, com palestras em escolas, com filmes, seriados retratando essa realidade, e cabe a população em geral dar a visibilidade que esse assunto merece, assim vamos garantir que o acesso a cidadania no Brasil seja uma realidade de todos e não de muitos.
Antes de tudo é bom frisar que a maioria da população que não apresenta documentação pessoal são pessoas que não tem acesso à saneamento básico, não conseguem enxergar a importância dessa documentação ou simplesmente não conseguem ter acesso por motivos pessoais. Por mais que seja difícil acreditar nessa realidade ela existe e temos que lutar para acabar com essa desigualdade.
Outrossim na atualidade em que vivmeos ja existe pessoas que estão agindo para identificar essa minoria e dar a eles a visibilidade que todos deveriam ter. Para garantir o acesso a cidadania no Brasil precisamos comentar cada vez mais sobre esse tema tão importante, além do mais estamos na era da tecnologia.
Por fim, pode-se concluir que cabe ao governo investir mais nessa tema, com palestras em escolas, com filmes, seriados retratando essa realidade, e cabe a população em geral dar a visibilidade que esse assunto merece, assim vamos garantir que o acesso a cidadania no Brasil seja uma realidade de todos e não de muitos.
- 23 Nov 2021, 15:08
#83017
jessicaeve escreveu:A filósofa alemã "Hannah Arendt", estipulou a teoria de "Banalidade do Mal" em que a massificação e alienação da sociedade através dos anos se tornou tão grande que não podemos enxergar as mazelas e desigualdades em que a sociedade ainda vive. Em detrimento disso, observa-se no corpo social brasileiro atual a Invisibilidade na Garantia aos Direitos de Registro Civil e Cidadania no Brasil. Dessa forma, evidencia-se uma negligência governamental e total falta de empatia perante essa problemática.
Diante dessa situação, é evidente a negligência do estado em solucionar esse malefício. A DUDH, garante no seu artigo 1 que "todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos". Entretanto, a incapacidade e insuficiência legislativa para com os indivíduos vem se tornando persistente. Todavia, o sentimento de abandono fica cada vez mais explícito, a insatisfação e os direitos à educação, alimentação e cidadania são perdidos.
Consequentemente, Os preconceitos para com esses indivíduos, principalmente, total falta de empatia são engrandecidos. O que acaba ferindo a Constituição Federal de 1988, seu artigo 5 que diz " todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza". Em oposição a isso, observa-se o contrário. A população acaba tendo aversão a esses indivíduos. Dificultando a eles a capacidade de conseguir emprego e todos os benefícios em que os cidadãos tem direito. Além disso, toda a sua autoestima é abalada quando não possui a cidadania.
Infere-se, portanto, medidas para reverter essa problemática. É inoportuno o governo em parceria com a população civil acolher essas pessoas por meio de garantias na legislação, criando e implementando leis que garantam os registros de toda essa parcela. Dessa forma, aumentando a participação dessas pessoas no país e reafirmando aos seus direitos à cidadania. Só assim, a população não estará desenganada como afirmou Hannah Arendt em "Banalidade do Mal".