- 15 Mar 2022, 15:42
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Em um país como o Brasil, que carrega consigo muitos preconceitos estruturais, desconstruir ideias retrógradas é extremamente importante. Para tornar isso possível, muitos atletas e pessoas que trabalham com o esporte se utilizam do meio em que trabalham para combater ideias como racismo, machismo e LGBTfobia.
Nas Olimpíadas de 2020, em Tóquio, muitos atletas se posicionaram direta ou indiretamente contra esses preconceitos, seja por meio de gestos contra o racismo, equipes femininas se recusando a serem sexualizadas, e, ainda, atletas se assumindo publicamente como membros da comunidade LGBTQIA+.
Mas, para Marcelo Carvalho, diretor do Observatório da Discriminação Racial no Futebol, isso não é suficiente: para que ações e posicionamentos contra o preconceito surtam efeito é necessário a adesão de entidades esportivas, clubes e federações. No caso do Brasil, onde tais causas carecem de apoio das associações esportivas, a demanda por apoio dessas instituições é ainda mais necessário.
Por isso, para que haja combate ao preconceito através do esporte, é fundamental o posicionamento de atletas e equipes esportivas, bem como o apoio e incentivo de instituições que trabalhem com o esporte.
Para que isso seja possível, cabe às escolas, associações esportivas e ao Governo Federal investirem em práticas que visem à conscientização e combate ao preconceito e utilizando o esporte como ferramenta para esse fim, para que, no futuro, possamos desfrutar de uma sociedade mais desconstruída e igualitária.
Nas Olimpíadas de 2020, em Tóquio, muitos atletas se posicionaram direta ou indiretamente contra esses preconceitos, seja por meio de gestos contra o racismo, equipes femininas se recusando a serem sexualizadas, e, ainda, atletas se assumindo publicamente como membros da comunidade LGBTQIA+.
Mas, para Marcelo Carvalho, diretor do Observatório da Discriminação Racial no Futebol, isso não é suficiente: para que ações e posicionamentos contra o preconceito surtam efeito é necessário a adesão de entidades esportivas, clubes e federações. No caso do Brasil, onde tais causas carecem de apoio das associações esportivas, a demanda por apoio dessas instituições é ainda mais necessário.
Por isso, para que haja combate ao preconceito através do esporte, é fundamental o posicionamento de atletas e equipes esportivas, bem como o apoio e incentivo de instituições que trabalhem com o esporte.
Para que isso seja possível, cabe às escolas, associações esportivas e ao Governo Federal investirem em práticas que visem à conscientização e combate ao preconceito e utilizando o esporte como ferramenta para esse fim, para que, no futuro, possamos desfrutar de uma sociedade mais desconstruída e igualitária.