- 03 Abr 2022, 16:27
#89604
Desde a consolidação do sistema capitalista nas principais potências mundiais, na segunda metade do século XVIII, o trabalho começou a ser visto de uma perspetiva da edificação do homem. No entanto, presentemente uma parcela da população brasileira não possui acesso a um meio de vida para a subsistência.
Como a primeira revolução industrial na Inglaterra procurou se a criação de um mercado consumidor. A pressão internacional foi assinada no Brasil, em 1888 pela princesa Isabel, a lei Áurea que libertou os escravos dos seus senhores. Contudo, a sociedade da época não estava preparada para integrá-los, consequentemente sem casa, sem comida e sem emprego a população negra recolheu-se em morros. Atualmente a situação das pessoas que vivem nas favelas não é muito diferente.
Dando continuidade ao raciocínio, observamos que a população periférica é muitas vezes privada do trabalho. Devido à falta da escolaridade adequada e da marginalização que sofre essa comunidade a qual é constantemente inserida no mundo do crime. Outro fator que colabora para falta de oportunidades é o aumento exponencial do desemprego, no Brasil vivemos um constante aumento com a escassez de empregos possuindo como clímax a pandemia de 2020 onde um grande número de empresas faliram e deixaram os seus funcionários sem assistência.
Para conseguirmos ludibriar esse problema precisamos de iniciativas do estado para geração de empregos. A criação de novos meios de vida beneficiará não somente a população, todavia como o país, gerando renda e movimentando a economia.
Como a primeira revolução industrial na Inglaterra procurou se a criação de um mercado consumidor. A pressão internacional foi assinada no Brasil, em 1888 pela princesa Isabel, a lei Áurea que libertou os escravos dos seus senhores. Contudo, a sociedade da época não estava preparada para integrá-los, consequentemente sem casa, sem comida e sem emprego a população negra recolheu-se em morros. Atualmente a situação das pessoas que vivem nas favelas não é muito diferente.
Dando continuidade ao raciocínio, observamos que a população periférica é muitas vezes privada do trabalho. Devido à falta da escolaridade adequada e da marginalização que sofre essa comunidade a qual é constantemente inserida no mundo do crime. Outro fator que colabora para falta de oportunidades é o aumento exponencial do desemprego, no Brasil vivemos um constante aumento com a escassez de empregos possuindo como clímax a pandemia de 2020 onde um grande número de empresas faliram e deixaram os seus funcionários sem assistência.
Para conseguirmos ludibriar esse problema precisamos de iniciativas do estado para geração de empregos. A criação de novos meios de vida beneficiará não somente a população, todavia como o país, gerando renda e movimentando a economia.