- 12 Set 2022, 12:14
#98852
O conceito de mais-valia definido por Karl Marx no século XIX é de que o então proletariado vende sua força de trabalho ao dono da indústria,que por sua vez é o burguês,entretanto,o cujo proletariado não usufrui,nem é inserido em nada do que é produzido,sendo assim explorado. Para além do conceito,entende-se que, as sociedades ocidentais foram moldadas por uma segregação percebida em seus próprios problemas sociais e econômicos e que deve ser barrada pelo Estado federal,para a questão que é motivada não só pela falta de incentivos fiscais para geração de empregos,mas também pela desigualdade.
Em primeiro lugar,é importante destacar a falta de incentivos fiscais por parte do governo brasileiro,visto que,não direciona investimentos para a geração de emprego e renda,tampouco proporciona educação financeira aos seus cidadãos. Paralelamente a isso,gera uma falsa impressão de que os indivíduos autônomos são de fato independentes quanto a sua renda,entretanto,sem educação financeira necessária inclui-se dentro da subproleitariado e assim faz prevalecer um ciclo de desemprego e crise. O corpo estatal atuante falha ao não garantir o trabalho,que é um direito social e o cidadão tem com isso o seu direito violado.
Consequentemente,nota-se que a sociedade brasileira é envolta pela desigualdade. A segregação das condições de trabalho gerou o aumento do subproleitariado,que diz respeito ao grupo social que não possui garantias trabalhistas,termo esse que é abordado na Sociologia do Trabalho. Sabendo disso,é possível entender que,o trabalho informal terceirização e a urbanização confirmam essa análise.
Portanto,é mister que o governo federal tome providências para amenizar o quadro atual. Para o problema da carência de incentivos,urgem que sejam promovidos investimentos na economia solidária que proporcione renda,por meio também de estímulo a cultura e ao turismo no território nacional. Além disso,a inserção obrigatória da educação financeira nas escolas,desde os anos fundamentais. Dessa maneira,a população desenvolve-se em meio a uma organização econômica que possibilita a sua atuação de maneira efetiva e eficaz ao passo que garante o direito social do trabalho,afastando-se assim da realidade alertada por Marx e dando a possibilidade do indivíduo dignificar-se através do trabalho.
Em primeiro lugar,é importante destacar a falta de incentivos fiscais por parte do governo brasileiro,visto que,não direciona investimentos para a geração de emprego e renda,tampouco proporciona educação financeira aos seus cidadãos. Paralelamente a isso,gera uma falsa impressão de que os indivíduos autônomos são de fato independentes quanto a sua renda,entretanto,sem educação financeira necessária inclui-se dentro da subproleitariado e assim faz prevalecer um ciclo de desemprego e crise. O corpo estatal atuante falha ao não garantir o trabalho,que é um direito social e o cidadão tem com isso o seu direito violado.
Consequentemente,nota-se que a sociedade brasileira é envolta pela desigualdade. A segregação das condições de trabalho gerou o aumento do subproleitariado,que diz respeito ao grupo social que não possui garantias trabalhistas,termo esse que é abordado na Sociologia do Trabalho. Sabendo disso,é possível entender que,o trabalho informal terceirização e a urbanização confirmam essa análise.
Portanto,é mister que o governo federal tome providências para amenizar o quadro atual. Para o problema da carência de incentivos,urgem que sejam promovidos investimentos na economia solidária que proporcione renda,por meio também de estímulo a cultura e ao turismo no território nacional. Além disso,a inserção obrigatória da educação financeira nas escolas,desde os anos fundamentais. Dessa maneira,a população desenvolve-se em meio a uma organização econômica que possibilita a sua atuação de maneira efetiva e eficaz ao passo que garante o direito social do trabalho,afastando-se assim da realidade alertada por Marx e dando a possibilidade do indivíduo dignificar-se através do trabalho.