- 12 Ago 2023, 13:24
#120538
Na obra Utopia, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade que vive em harmonia, livre de problemas e conflitos. No entanto, percebe-se que a realidade contemporânea é totalmente o oposto do que prega More, visto que a inclusão da mulher no esporte é uma barreira a se enfrentar. Dentre inúmeros fatores que corroboram para essa conjuntura, destacam-se tanto a inoperância governamental, quanto o sistema patriarcal ainda existente.
Em primeiro lugar, cabe ressaltar a baixa atuação governamental em prol da resolução dos problemas sociais. Segundo o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, as instituições, inclusive o Estado, estão perdendo suas funções sociais, tornando-se "Instituições Zumbis". Partindo desse pressuposto de Bauman, no cenário nacional atual, é notório a desvantagem que as mulheres têm em relação aos homens quando se trata de esportes, e essas desvantagens são em razão do Estado não agir contra isso, visto que há poucas leis que obrigam o investimento em equipamentos ( como CTs, uniformes, campos, entre outros), em contrapartida, o masculino possui os das mais altas tecnologia. Diante disso, faz-se necessário uma mudança de atitude de nossos governantes em favor dessa inclusão.
Ademais, atrelada à negligência estatal está o sistema patriarcal que reina em muitas famílias. Segundo o que afirma a advogada norte-americana Michelle Obama, não há limites pelo o que as mulheres podem realizar. Consoante a essa afirmação de Michele, observa-se uma sociedade que mudou muito ao longo do tempo, mas é visto um grande parcela de pessoas que ainda possuem o pensamento arcaico, no qual a mulher deve ser submissa aos homens não podendo praticar esportes e tendo como função apenas "cuidar" da casa, no qual são características do velho e polêmico sistema patriarcal. Logo, isso retarda a resolução do empecilho, já que a prevalência do patriarcado contribui para este quadro atroz.
Portanto, ações resolutivas precisam ser tomadas em razão da dificuldade na inclusão da mulher no esporte. Para isso, cabe ao Poder Público ‐no dever de atender todos os cidadãos‐, por intermédio do Ministério do Esporte, criar leis, na qual as instituições esportivas sejam obrigadas a investir nos esportes femininos também, com o objetivo de inclusão e igualdade entre os gêneros. Concomitantemente, faz-se imprescindível que grupos feministas, por meio das redes sociais -como o YouTube e Instagram-, façam campanhas destinadas às suas introduções em atividades esportivas, visando ter os mesmos direitos que os homens têm nos esportes. Feito isso, o Brasil se torna o que prega More em sua obra.
Em primeiro lugar, cabe ressaltar a baixa atuação governamental em prol da resolução dos problemas sociais. Segundo o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, as instituições, inclusive o Estado, estão perdendo suas funções sociais, tornando-se "Instituições Zumbis". Partindo desse pressuposto de Bauman, no cenário nacional atual, é notório a desvantagem que as mulheres têm em relação aos homens quando se trata de esportes, e essas desvantagens são em razão do Estado não agir contra isso, visto que há poucas leis que obrigam o investimento em equipamentos ( como CTs, uniformes, campos, entre outros), em contrapartida, o masculino possui os das mais altas tecnologia. Diante disso, faz-se necessário uma mudança de atitude de nossos governantes em favor dessa inclusão.
Ademais, atrelada à negligência estatal está o sistema patriarcal que reina em muitas famílias. Segundo o que afirma a advogada norte-americana Michelle Obama, não há limites pelo o que as mulheres podem realizar. Consoante a essa afirmação de Michele, observa-se uma sociedade que mudou muito ao longo do tempo, mas é visto um grande parcela de pessoas que ainda possuem o pensamento arcaico, no qual a mulher deve ser submissa aos homens não podendo praticar esportes e tendo como função apenas "cuidar" da casa, no qual são características do velho e polêmico sistema patriarcal. Logo, isso retarda a resolução do empecilho, já que a prevalência do patriarcado contribui para este quadro atroz.
Portanto, ações resolutivas precisam ser tomadas em razão da dificuldade na inclusão da mulher no esporte. Para isso, cabe ao Poder Público ‐no dever de atender todos os cidadãos‐, por intermédio do Ministério do Esporte, criar leis, na qual as instituições esportivas sejam obrigadas a investir nos esportes femininos também, com o objetivo de inclusão e igualdade entre os gêneros. Concomitantemente, faz-se imprescindível que grupos feministas, por meio das redes sociais -como o YouTube e Instagram-, façam campanhas destinadas às suas introduções em atividades esportivas, visando ter os mesmos direitos que os homens têm nos esportes. Feito isso, o Brasil se torna o que prega More em sua obra.