- 13 Set 2023, 11:49
#121844
Na contemporaneidade, os impactos do racismo no esporte brasileiro ainda é um problema a ser sanado. Vendo que, O racismo é uma chaga social no Brasil. A descriminação no esporte se manifesta mediante a acontecimentos que se dão tanto dentro quanto fora do campo que violam diretamente os direitos humanos. A prova disso é o que está acontecendo a tempos como o caso de Daniel Alves, Roberto Carlos e o mais recente com Vinicius Junior entre outros mais jogadores que tiveram sua imagem ofendidas com gestos e palavras obscenas. Grande causa dessas situações é o racismo estrutural e a omissão estatal nesse âmbito. Dessa forma, tal conjuntura precisa ser solucionada com eficiência.
Nessa perspectiva, O racismo é fruto da ignorância e da vontade humana de sentir-se superior. O negro ainda convive com a triste herança deixada pelo período escravagista, embora tal barbárie tenha sido abolida, o cenário social não mudou muito para o negro, que diariamente lida com olhares desconfiados e comentários preconceituosos. Podemos ver isso no caso recente do brasileiro Vinicius Junior, jogador do Real Madrid envolvido em um episódio de racismo, afirmando que o preconceito enraizado na sociedade é um problema a ser discutido. Dessa forma, uma discriminação racista histórica persiste na sociedade contemporânea, causando exclusão desses indivíduos e falta de oportunidades justas a essa parcela populacional e requerendo, portanto, um combate enérgico.
Ademais, A obra “Cidadão de Papel”, escrita por Gilberto Dimenstein em 1994, aponta os direitos do cidadão somente no papel, ficando distantes da prática. Podemos ver isso nas implicações da discriminação por cor no esporte, que pela aplicação ineficaz dos direitos acaba gerando uma exclusão social, principalmente pela população negra, que diariamente tem sua integridade ferida por meio de ofensas e atitudes criminosas vindo das torcidas. Dessa maneira, o estado não garante um amparo a isso e assim essas atitudes lastimáveis se permeia na prática esportiva. Dessa forma, é primordial um poder Governamental mais eficiente e atuante, para que tal empecilho não seja mais uma realidade da atual na modalidade esportiva.
Portanto, cabe às instituições esportivas organizadoras dos times e estádios
Tomar atitudes rigorosas para combater a essa criminalidade, gerando suspensão e expulsão dos indivíduos que cometerem tal atitude, e por meio de debates e mídia sociais incentivar a inclusão e o respeito a todos, com efeito de extinguir esses acontecimentos de racismo e garantir que a integridade dos jogadores não sejam atingidas.
Nessa perspectiva, O racismo é fruto da ignorância e da vontade humana de sentir-se superior. O negro ainda convive com a triste herança deixada pelo período escravagista, embora tal barbárie tenha sido abolida, o cenário social não mudou muito para o negro, que diariamente lida com olhares desconfiados e comentários preconceituosos. Podemos ver isso no caso recente do brasileiro Vinicius Junior, jogador do Real Madrid envolvido em um episódio de racismo, afirmando que o preconceito enraizado na sociedade é um problema a ser discutido. Dessa forma, uma discriminação racista histórica persiste na sociedade contemporânea, causando exclusão desses indivíduos e falta de oportunidades justas a essa parcela populacional e requerendo, portanto, um combate enérgico.
Ademais, A obra “Cidadão de Papel”, escrita por Gilberto Dimenstein em 1994, aponta os direitos do cidadão somente no papel, ficando distantes da prática. Podemos ver isso nas implicações da discriminação por cor no esporte, que pela aplicação ineficaz dos direitos acaba gerando uma exclusão social, principalmente pela população negra, que diariamente tem sua integridade ferida por meio de ofensas e atitudes criminosas vindo das torcidas. Dessa maneira, o estado não garante um amparo a isso e assim essas atitudes lastimáveis se permeia na prática esportiva. Dessa forma, é primordial um poder Governamental mais eficiente e atuante, para que tal empecilho não seja mais uma realidade da atual na modalidade esportiva.
Portanto, cabe às instituições esportivas organizadoras dos times e estádios
Tomar atitudes rigorosas para combater a essa criminalidade, gerando suspensão e expulsão dos indivíduos que cometerem tal atitude, e por meio de debates e mídia sociais incentivar a inclusão e o respeito a todos, com efeito de extinguir esses acontecimentos de racismo e garantir que a integridade dos jogadores não sejam atingidas.