- 18 Mar 2024, 14:13
#127981
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à educação e ao bem-estar social. Entretanto, a digitalização da economia impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.
A educação é o fator principal no desenvolvimento de um País. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido na digitalização da economia. Segundo o Banco Mundial, a economia digital está crescendo 10 vezes mais rápido que a economia física. Diante do exposto, é evidente que a educação tem um papel fundamental na preparação dos indivíduos para a economia digital.
É essencial, ainda, salientar a desigualdade digital como impulsionadora da digitalização da economia. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a característica da “modernidade líquida” vivida no século XXI. Diante de tal contexto, a desigualdade digital, que se refere à disparidade no acesso e uso de tecnologias digitais, contribui para a exclusão de uma parcela significativa da população da economia digital.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem à construção de um mundo melhor. Dessa maneira, urge que o Estado invista em educação de qualidade e em políticas públicas que promovam a inclusão digital. Dessa forma, o Brasil poderia superar o desafio da digitalização da economia.
A educação é o fator principal no desenvolvimento de um País. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido na digitalização da economia. Segundo o Banco Mundial, a economia digital está crescendo 10 vezes mais rápido que a economia física. Diante do exposto, é evidente que a educação tem um papel fundamental na preparação dos indivíduos para a economia digital.
É essencial, ainda, salientar a desigualdade digital como impulsionadora da digitalização da economia. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a característica da “modernidade líquida” vivida no século XXI. Diante de tal contexto, a desigualdade digital, que se refere à disparidade no acesso e uso de tecnologias digitais, contribui para a exclusão de uma parcela significativa da população da economia digital.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem à construção de um mundo melhor. Dessa maneira, urge que o Estado invista em educação de qualidade e em políticas públicas que promovam a inclusão digital. Dessa forma, o Brasil poderia superar o desafio da digitalização da economia.
- 22 Mai 2024, 20:04
#129859
- Estrutura incompleta.
- Erros gramaticais.
- Repetição de palavras/artigos, mais de 3 vezes.
Veja a estrutura completa da redação do ENEM:
ESTRUTURA DA REDAÇÃO DO ENEM
1-INTRODUÇÃO (1 parágrafo)
A-contextualização (repertório sociocultural) (no máximo 3 linhas):
B- tema (palavras-chaves)(no máximo 1 linha)
C-tese + 2 argumentos (2 problemas) (podem ser causas ou consequências) (no máximo 3 linhas)
2- DESENVOLVIMENTO (2 parágrafos)
1º parágrafo: Defender o 1º argumento da tese (problema 1)
A--tópico frasal (no máximo 2 linhas):
B- explicação (argumento)(no máximo 3 linhas)
C- exemplificação (repertório sociocultural)(no máximo 3 linhas)
D-conclusão (no máximo 2 linhas):
2º parágrafo: Defender o 2º argumento da tese (problema 2)
A-tópico frasal(no máximo 2 linhas):
B- explicação (argumento)(no máximo 3 linhas):
C- exemplificação (repertório sociocultural) (no máximo 3 linhas):
D- conclusão(no máximo 2 linhas):
3- CONCLUSÃO (1 parágrafo)
A- conectivo (no máximo 1 linha)
B- retomada dos dois problemas citados na tese e defendidos no desenvolvimento (no máximo 1 linha)
C-proposta de intervenção:
1- Quem vai resolver o problema? (agente)(no máximo 1 linha):
2- O que será feito? (ação)(no máximo 2 linhas):
3- Como será feito? (modo)(no máximo 2 linhas):
4- Para quê? (efeito) (para resolver os dois problemas citados na tese e defendidos no desenvolvimento)(no máximo 2 linhas):
- Erros gramaticais.
- Repetição de palavras/artigos, mais de 3 vezes.
Veja a estrutura completa da redação do ENEM:
ESTRUTURA DA REDAÇÃO DO ENEM
1-INTRODUÇÃO (1 parágrafo)
A-contextualização (repertório sociocultural) (no máximo 3 linhas):
B- tema (palavras-chaves)(no máximo 1 linha)
C-tese + 2 argumentos (2 problemas) (podem ser causas ou consequências) (no máximo 3 linhas)
2- DESENVOLVIMENTO (2 parágrafos)
1º parágrafo: Defender o 1º argumento da tese (problema 1)
A--tópico frasal (no máximo 2 linhas):
B- explicação (argumento)(no máximo 3 linhas)
C- exemplificação (repertório sociocultural)(no máximo 3 linhas)
D-conclusão (no máximo 2 linhas):
2º parágrafo: Defender o 2º argumento da tese (problema 2)
A-tópico frasal(no máximo 2 linhas):
B- explicação (argumento)(no máximo 3 linhas):
C- exemplificação (repertório sociocultural) (no máximo 3 linhas):
D- conclusão(no máximo 2 linhas):
3- CONCLUSÃO (1 parágrafo)
A- conectivo (no máximo 1 linha)
B- retomada dos dois problemas citados na tese e defendidos no desenvolvimento (no máximo 1 linha)
C-proposta de intervenção:
1- Quem vai resolver o problema? (agente)(no máximo 1 linha):
2- O que será feito? (ação)(no máximo 2 linhas):
3- Como será feito? (modo)(no máximo 2 linhas):
4- Para quê? (efeito) (para resolver os dois problemas citados na tese e defendidos no desenvolvimento)(no máximo 2 linhas):
A prática meticulosa e a correção criteriosa caminham lado a lado rumo à perfeição.