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Por ranya18
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O longa-metragem "The Normal Heart", ambientado nos Estados Unidos, trata a cerca da proliferação do vírus HIV. Com a maioria das vítimas sendo homossexuais, a aids passa a ser conhecida como o "câncer gay", ocorrendo uma luta para expor a verdade à cerca da epidemia. Fora da trama, o enredo serve de símbolo para o estigma projetado naqueles que não compreendem os métodos de tratamento, e o que pode levar a transmissão. Essa realidade pode ser confirmada ao obscurantismo da sociedade, no que concerne os métodos de prevenção, além da marginalização e atos de discriminação contra os gays e negros, sendo os mais afetados.

Sob esse viés, torna-se claro que à falta de conhecimento vinculado as maneiras de advertência, potencializando o descrédito pertinente ao vírus HIV. No Brasil, há uma vulnerabilidade social imensa, onde falta acesso a informações. De acordo com George Orwell, "a massa mantém a marca , a marca mantém a mídia e a mídia controla a massa". Dessa forma, o pensamento de Orwell vai de encontro com a realidade, onde a sociedade é constantemente informatizada e influenciada pelas mídias, demonstrando uma anomalia dos meios de comunicação. A maioria da população brasileira desconhece os perigos, o que banaliza, cada vez mais, uma enfermidade que apesar de não ser crônica, pode levar a morte. Infelizmente, existe uma censura, principalmente vinda dos jovens, no que se refere ao vírus da Imunodeficiência Humana.

Outrossim, como o preconceito com os mais vulneráveis catalisa o desdouro da aids. Muitos, por medo, acabam optando por não procurar saber se está infectado, pois temem a segregação e julgamentos, principalmente, quando existe os comentários negativos no ambiente social e a recriminação por parte da própria família. Contudo, pouco se fala nas instituições de ensino sobre aqueles que são soropositivos, e quais seriam as formas de prevenção, ou seja, a grande maioria cresce sem informações necessárias, acarretando na multiplicação dos indivíduos infectados. Portanto, esse discurso negativo denominado de ideologia de gênero ou de cor, também está alinhado ao discurso contrário, ao que se fala sobre sexualidade no ambiente escolar, por exemplo.

Conclui-se, em virtude dos fatos mencionados, é imprescindível que o Ministérios da Saúde juntamente ao Ministério da Educação, promoverem políticas públicas nas escolas, e investirem nas mídias que expliquem e orientem a grande massa, proporcionando a disseminação de projetos e realização de campanhas educativas de cunho social. Para assim, adiante, ocorrerem palestras de profissionais da saúde para efetuar-se a redução da discriminação e da falta de conhecimento, com o objetivo da diminuição da aids.
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