- 02 Set 2024, 23:31
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A Constituição Federal de 1988 defende no Art 5 que todos são iguais perante a lei. No entanto, não é possível verificar uma ação interventiva para acabar com a arquitetura hostil, considerando que em muitas cidades é criado uma estrutura desagradável em espaços públicos que afetam principalmente os moradores de rua. Assim, é preciso traçar estratégias a partir da atuação nas causas do problema: Desigualdade Social e Negligência Governamental.
Dessa forma, o desequilíbrio social é um desafio presente no problema. O escritor Ariano Suassuna defende a existência de uma injustiça capaz de dividir a nação brasileira em duas vertentes: Os favorecidos e os despossuídos. Como se dá na representação da má arquitetura urbana, visto que os responsáveis pela criação do projeto possuem casas confortáveis, o oposto daqueles que vivem em situação de rua a procura de um local para passar a noite e não possuem muitas oportunidades de vida. Assim, é preciso que a sociedade seja vista como uma só.
Outrossim, a negligência governamental é um entrave no que se tange o problema. Thomas Hobbes, filósofo inglês, defendia ser dever do estado proporcionar meios que auxiliem no progresso de toda coletividade. Tal perspectiva, aponta a responsabilidade estatal de mudar seus meios, uma vez que não se é oferecido nenhum auxílio aos moradores de rua, os deixando desabrigados e sem opções, tendo que dormir em espaços públicos. Assim, é preciso suscitar uma ação do estado para construção social desejada.
Portanto, é preciso combater o principal motivo da arquitetura hostil, as pessoas em situação de rua. Para isso, é necessário que o governo promova moradias; por meio de ONG's, a fim de abrigar aqueles que dormem em espaços públicos. Paralelamente, é preciso intervir sobre a desigualdade social. Dessa maneira, o Art 5 defendido pela Constituição Federal de 1988 será efetuado.
Dessa forma, o desequilíbrio social é um desafio presente no problema. O escritor Ariano Suassuna defende a existência de uma injustiça capaz de dividir a nação brasileira em duas vertentes: Os favorecidos e os despossuídos. Como se dá na representação da má arquitetura urbana, visto que os responsáveis pela criação do projeto possuem casas confortáveis, o oposto daqueles que vivem em situação de rua a procura de um local para passar a noite e não possuem muitas oportunidades de vida. Assim, é preciso que a sociedade seja vista como uma só.
Outrossim, a negligência governamental é um entrave no que se tange o problema. Thomas Hobbes, filósofo inglês, defendia ser dever do estado proporcionar meios que auxiliem no progresso de toda coletividade. Tal perspectiva, aponta a responsabilidade estatal de mudar seus meios, uma vez que não se é oferecido nenhum auxílio aos moradores de rua, os deixando desabrigados e sem opções, tendo que dormir em espaços públicos. Assim, é preciso suscitar uma ação do estado para construção social desejada.
Portanto, é preciso combater o principal motivo da arquitetura hostil, as pessoas em situação de rua. Para isso, é necessário que o governo promova moradias; por meio de ONG's, a fim de abrigar aqueles que dormem em espaços públicos. Paralelamente, é preciso intervir sobre a desigualdade social. Dessa maneira, o Art 5 defendido pela Constituição Federal de 1988 será efetuado.