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Por Lipe1234
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#134816
Na obra A República, o filósofo grego Platão idealiza uma cidade livre de desordens e problemas, onde o povo trabalha em conjunto para superar todos os desafios. Entretanto, fora da ilustre produção literária, na realidade verde e amarela, percebe-se o oposto dos ideais do pensador, já que os diversos obstáculos na doação de sangue no Brasil representam entraves de grandes proporções. Assim, é notório que esse cenário antagônico é fruto da insuficiência estatal para incentivar a doação sanguínea e do desinteresse populacional.
Em primeira análise, é essencial observar a ausência de medidas governamentais como uma das principais causas da escassez de sangue nos hospitais municipais. Sendo assim, segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos, documento desenvolvido pela Organização das Nações Unidas, todo indivíduo possui o direito à saúde e ao bem-estar. Porém, na atual realidade brasileira, tal assertiva é marginalizada, uma vez que o Estado, órgão sócio-administrativo, não cria medidas públicas para incentivar a população a doar sangue, resultando na morte de muitas pessoas por causa da falta de estoque sanguíneo. Portanto, é necessário que as autoridades mudem seu posicionamento diante do impasse com urgência.
Outrossim, é crucial explorar o desinteresse da população na doação de sangue como outro agente influenciador do revés. Ademais, o escritor baiano Danillo Eder Pinheiro retrata em seus diversos trabalhos a ressignificação das adversidades, teoria que busca maneiras mais simples e eficazes de solucionar os problemas, dando outro sentido ao empecilho e transformando-o em algo mais fácil de resolver. Contudo, na sociedade contemporânea, os pensamentos de Eder são distorcidos, em razão da falta de importância que a população atribui à escassez de sangue nos pontos de coleta, resultando no agravamento do impasse e na impossibilidade de ser resolvido por apenas uma parte da população, mas sim por todo o Brasil.
Diante disso, é imprescindível a mitigação dos obstáculos à doação de sangue no Brasil. Por isso, o Ministério da Saúde, órgão responsável por prover as condições adequadas para a saúde do cidadão, deve criar, mediante normas governamentais, ações que busquem incentivar a população a doar sangue para os hospitais. Isso pode ser feito por meio de parcerias com licenciadores digitais, de forma a oferecer benefícios aos doadores semestrais, garantindo assim uma reserva segura. Com essa ação, a sociedade poderá se aproximar das convicções platônicas e alcançar o bem-estar social.
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