Nesse sentido, diante de uma realidade instável e marcada por conflitos nas esferas educacional e social, analisar seriamente as raízes e os frutos dessa problemática é uma medida que se faz imediata. Precipuamente, é fulcral pontuar que a dificuldade de alfabetização infantil deriva da baixa atuação dos setores governamentais no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população; entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuação das autoridades, muitas crianças são privadas de uma educação de qualidade, especialmente em áreas mais vulneráveis, o que perpetua um ciclo de exclusão social. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Ademais, é imperativo ressaltar as desigualdades socioeconômicas como promotoras do problema. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 40% das crianças no Brasil vivem em situação de pobreza, o que afeta diretamente o acesso à educação. Partindo desse pressuposto, as famílias de baixa renda enfrentam dificuldades para garantir a escolarização regular de seus filhos, seja pela necessidade de trabalho infantil ou pela ausência de recursos básicos, como transporte e material escolar. Tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que a desigualdade social contribui para a perpetuação desse quadro deletério.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Com o intuito de mitigar as dificuldades da alfabetização infantil, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Ministério da Educação, será revertido na melhoria das escolas públicas e na capacitação de professores, através de programas de formação continuada e investimento em infraestrutura escolar. Desse modo, atenuar-se-á, em médio e longo prazo, o impacto nocivo das barreiras à alfabetização, e a coletividade poderá caminhar em direção à Utopia de More, onde a educação se tornaria um direito acessível e garantido a todos.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
O texto apresenta uma introdução clara e pertinente ao tema, além de desenvolver bem os argumentos sobre as barreiras à alfabetização infantil. No entanto, a conclusão poderia ser mais incisiva e apresentar uma proposta de intervenção mais detalhada. A coesão e a coerência estão adequadas, mas alguns trechos apresentam complexidade excessiva que pode prejudicar a fluidez da leitura.
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