- 24 Out 2024, 17:09
#136387
Segundo a filósofo alemã “Hannah Arendt“ em seu contexto de “banalidade do mal “, quando um problema ocorre de forma frequente as pessoas param de enxergar-lo como errado. De maneira análoga a essa concepção, é válido apontar que a população brasileira banalizo o descarte do lixo eletrônico no meio ambiente. Nesse sentido é fundamental debate os principais vertentes relacionados ao impasse: consumismo desenfreado e silenciamento midiático.
Dessa forma, em primeira análise, o consumismo desenfreado é um desafio presente no problema de acordo com PNUMA - Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente- estima-se que a produção de lixo eletrônico no mundo deve aumentar em 1,3 bilhões de toneladas para 2,2 bilhões de toneladas até o ano de 2025. Ademais esses problemas são efeitos de hábitos não conscientes. Desse modo, é inviável que tal conjuntura continue a perdurar.
Outrossim, torna-se se necessário destacar o silenciamento mediático como entrave que tange o problema. Para a filósofa brasileira Djamila Ribeiro explica que é preciso tirar uma situação da invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Porém, há um silenciamento instaurado na questão do impasse do lixo eletrônico, visto que, o alto índice de desinformação faz com que as pessoas descarte os lixos eletrônicos no meio ambiente. Assim urgente essa situação da invisibilidade para atuar sobre ela, como defende a pensadora.
Portanto, diante ao exposto, uma intervenção se faz necessária. Sendo assim o Governo, principal responsável pelo bem-estar social precisa promover uma ação condenada envolvendo profissionais ambientais e meio de comunicação, por meio de campanhas, palestras nos ambientes educacionais sobre o assunto e regulamentação do conteúdo relacionado a essa temática nas plataformas midiáticas , a fim de promover o conhecimento sobre o assunto e mitigar problemática. A partir disto, a questão deixará, enfim, de ser banalizada.
Dessa forma, em primeira análise, o consumismo desenfreado é um desafio presente no problema de acordo com PNUMA - Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente- estima-se que a produção de lixo eletrônico no mundo deve aumentar em 1,3 bilhões de toneladas para 2,2 bilhões de toneladas até o ano de 2025. Ademais esses problemas são efeitos de hábitos não conscientes. Desse modo, é inviável que tal conjuntura continue a perdurar.
Outrossim, torna-se se necessário destacar o silenciamento mediático como entrave que tange o problema. Para a filósofa brasileira Djamila Ribeiro explica que é preciso tirar uma situação da invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Porém, há um silenciamento instaurado na questão do impasse do lixo eletrônico, visto que, o alto índice de desinformação faz com que as pessoas descarte os lixos eletrônicos no meio ambiente. Assim urgente essa situação da invisibilidade para atuar sobre ela, como defende a pensadora.
Portanto, diante ao exposto, uma intervenção se faz necessária. Sendo assim o Governo, principal responsável pelo bem-estar social precisa promover uma ação condenada envolvendo profissionais ambientais e meio de comunicação, por meio de campanhas, palestras nos ambientes educacionais sobre o assunto e regulamentação do conteúdo relacionado a essa temática nas plataformas midiáticas , a fim de promover o conhecimento sobre o assunto e mitigar problemática. A partir disto, a questão deixará, enfim, de ser banalizada.