Capitães da Areia, livro de Jorge Amado, retrata crianças em situação de vulnerabilidade que vivem como adultos. A realidade de muitos jovens brasileiros é como essa, tendo os estudos e processos mentais negligenciados em prol do trabalho. Muitos vivem em uma condição de pobreza, para essas crianças trabalhar não é uma escolha mas sim um meio de sobrevivência. Porém não é assim que deveria ser, o dever dos responsáveis e do governo é garantir a segurança de cada criança, para que as etapas mentais não sejam puladas e para que não desempenhem papéis que são de riscos a sua saúde física e mental.
Além disso, é importante frisar as causas dessa exploração infantil, que engloba desde a pobreza, exploração pelo lucro feito por responsáveis, uso da imagem infantil como meio de trabalho da criança. O jovem não consegue discernir o que é ideal para ele sem o apoio de um adulto. Esse adulto deve ser o suporte e nunca deve repassar a sua responsabilidade para a criança. Os danos do trabalho infantil são muitos e, quando não matam, ressoam até a vida adulta.
Tendo em vista que o trabalho infantil é uma consequência direta da desigualdade estrutural, e que para seu combate é essencial a interferência de responsáveis e do governo, é necessário uma sequência de práticas e exercícios da lei para erradicar essa exploração. O cidadão deve denunciar se flagrar uma criança trabalhando aos institutos das crianças e jovens. O governo deve providenciar mais redes de apoio, como Bolsa Família, para famílias de baixa renda, assim como deve aumentar a vigilância e segurança às crianças, por meio de maiores investimentos á institutos focados ao combate a exploração infantil. O fim do trabalho infantil fará do Brasil um ligar mais seguro para os jovens.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Erros: variedade de crases/acentos, concordância e redação truncada (ex.: “como acabar com essa forma de exploração.”; “para essas crianças trabalhar não é uma escolha”); uso confuso de termos (“institutos focados ao combate a exploração infantil”). Melhorias: revisar concordância e regência, reescrever trechos com imagem infantil como “usar a imagem infantil para o trabalho” e evitar repetições. Proposta de intervenção mais clara: agente (governo, redes de assistência), ação (proibir e fiscalizar, ampliar educação técnica), meio (investimento público, transferência de renda) e finalidade (garantir direitos e reduzir exploração). Ex.: “O governo deve ampliar redes de proteção social, fiscalizar empregadores e oferecer educação e formação profissional para crianças e adolescentes, assegurando seu pleno direito à educação.”
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