Primeiramente, o comportamento negligente do governo em relação a pessoas em situação de rua configura-se como um desvio constitucional. Haja visto seu dever enquanto responsável direto pela harmonia social. Sob essa ótica, de acordo com o artigo 6 da Constituição Federal de 1988, estabelece que o bem-estar populacional e moradia são direitos sociais. No entanto, essa premissa não se envendecia na prática quando se observa a escassez de incentivos a políticas públicas que garantam apoio socioeconômico à população em extrema pobreza. Assim, a ausência de apoio efetivo contribui para a perpetuação da marginização desses indivíduos pela sociedade. Dessa forma, cabe ao governo reverter esse cenário por meio de ações concretas.
Ademais, a temática em questão se intensifica pela omissão da mídia, no que tange o preconceito desprezo aos pobres. Isso ocorre pois, segundo o Allen Ginsberg, filósofo americano, “quem controla a mídia as imagens controla tudo.”Nessa perspectiva, ao priorizar conteúdos comerciais e superficiais, os meios de comunicação deixam de lado questões importantes, como o fato que raramente retratam pessoas com desfavorecimento econômico na TV, que favorece o apagamento da problemática social vivenciada por essa minoria. Por consequente, a falta de visibilidade dificulta sua integração e o acesso a direitos básicos. Desse modo, a atuação crítica do sistema torna-se fundamental para conscientizar a população a combater esse retrocesso.
Portanto, é necessário desenvolver meios de intervenção corretiva nesse quadro. Logo, cabe ao governo federal implantar leis que garantam a integração de moradias e oportunidades de emprego, objetivando o oportuno da acessão econômica a todos. Somando a isso, o Ministério das Comunicações deve desenvolver programas e campanhas que ampliem a disseminação da importância de retratar a realidade de indivíduos em situação de rua de forma humana e não estigmatizada, afim de incluir essa minoria no meio midiático. Somente assim, por meio de ações conjuntas, será possível transformar essa realidade e promover a justiça social.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 40% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. Seu texto apresenta estrutura sintática com certa organização, porém com muitos desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual, que comprometem a compreensão das ideias.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Principais erros: (C1) numerosos desvios da norma (descasso, envendecia, marginização, afim, por consequente etc.). Sugestão: revisar para: descaso, marginalização, por conseguinte, a fim de, acesso econômico. (C2/C3) uso inadequado de referências (Ginsberg citado como filósofo americano, contexto é duvidoso) e passo de ideia sem fontes claras; alinhar com fontes reais ou discutir criticamente. (C4) conectivos presentes, mas transições ainda pobres entre parágrafos; use ligações como além disso, ademais, entretanto, assim, portanto para fluidez. (C5) a intervenção tem agentes/ações/meios/finalidades: reescrever com clareza: Governo federal implementará políticas de moradia e renda, com apoio do Ministério das Comunicações para retratar a realidade de forma humana, visando a redução da vulnerabilidade e inclusão social, por meio de programas de moradia, qualificação e campanhas midiáticas inclusivas; detalhe mínimo necessário para cada elemento.
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