- 10 Dez 2019, 00:51
#11244
Há de se compreender que o feminicídio, homicídio praticado contra a mulher decorrente do menosprezo pela condição feminina, vem crescendo no Brasil acompanhado de fatores como a violência doméstica e sexual.
Em primeiro lugar, um dos fatores que atingem diretamente o feminicídio é a violência doméstica, na qual consiste o abuso físico e emocional exercido pelo agressor. Esse abuso praticado pelo homem de convívio íntimo com a mulher é provocado por tortura psicológica, no que se diz respeito à ameaças e humilhações em público, passando pelo impedimento da vítima de manter o contato social e chegando até a agressão física propriamente dita.
Ainda convém lembrar que a violência sexual é outro fator que agrava o feminicídio. Forçar a mulher a ter relações sexuais desprotegidas ou obrigá-las a se relacionar com outras pessoas são as formas de praticar tal violência, trazendo consequências físicas e imediatas como: gravidez, infecções no aparelho reprodutivos e doenças sexualmente transmissíveis. Em longo prazo, as mulheres podem desenvolver distúrbios no âmbito sexual com maior vulnerabilidade a desenvolver sintomas psiquiátricos.
A fim de diminuir o feminicídio, é importante o investimento do governo na educação com abordagens do tema em sala de aula, bem como a produção de estatísticas que fundamentem as políticas públicas. Evitando assim que mais mulheres morram todos os dias.
Em primeiro lugar, um dos fatores que atingem diretamente o feminicídio é a violência doméstica, na qual consiste o abuso físico e emocional exercido pelo agressor. Esse abuso praticado pelo homem de convívio íntimo com a mulher é provocado por tortura psicológica, no que se diz respeito à ameaças e humilhações em público, passando pelo impedimento da vítima de manter o contato social e chegando até a agressão física propriamente dita.
Ainda convém lembrar que a violência sexual é outro fator que agrava o feminicídio. Forçar a mulher a ter relações sexuais desprotegidas ou obrigá-las a se relacionar com outras pessoas são as formas de praticar tal violência, trazendo consequências físicas e imediatas como: gravidez, infecções no aparelho reprodutivos e doenças sexualmente transmissíveis. Em longo prazo, as mulheres podem desenvolver distúrbios no âmbito sexual com maior vulnerabilidade a desenvolver sintomas psiquiátricos.
A fim de diminuir o feminicídio, é importante o investimento do governo na educação com abordagens do tema em sala de aula, bem como a produção de estatísticas que fundamentem as políticas públicas. Evitando assim que mais mulheres morram todos os dias.
- 12 Dez 2019, 18:53
#11252
A questão da violência contra a mulher não tem raízes na atual sociedade, pois desde os gregos antigos a mulher era vista como objeto sobre o qual o homem tinha grande poder . No entanto, esta problemática acaba por afetar a vida de muitas mulheres e gerar um problema de aspecto social também nos dias atuais.
Muitas das mulheres, ao se casarem, depositam sua Total confiança no relacionamento conjugal. Elas se unem e acreditam ter encontrado o amor de suas vidas, a partir daí vem os filhos, surgem os problemas financeiros e as brigas começam a ocorrer com frequência; fatores estes que motivam muitos homens a acreditar que podem agredir suas parceiras, ocasionando, muitas vezes, ferimentos físicos e/ou psicológicos, tais como:medo de se relacionar novamente,comprometimento da Maternidade, sentimento de indignidade enquanto mulher.
O Brasil é um dos países mais violentos quando se refere a violência contra a mulher, o que é comprovado pelo número de agressões e a taxa de feminicídio que só vem aumentando cada vez mais. Um levantamento feito pelo escritório das nações unidas para crimes e drogas apontou que no Brasil, a taxa é de 4 mulheres mortas para cada 100mil grupos de mulheres, ou seja, 74% superior à média mundial.
Portanto, para que se possa ajudar essas vítimas faz-se necessário a implementação de mais delegacias, além de casas de apoio e projetos governamentais que incentivem a colaboração da sociedade em denunciar os crimes por meio de campanhas incentivadoras. Como disse o filósofo, Immanuel Kant, o homem é aquilo que a educação faz dele, com isso o MEC deve estabelecer mas escolas públicas palestras, ministradas por professores e psicólogos, com o intuito de discutir a igualdade de gênero e a importância do respeito. A legislação brasileira deveria criar mais leis a favor da mulher e punir com mais justiça os agressores que cometem esse verdadeiro ato de barbaridade.
Muitas das mulheres, ao se casarem, depositam sua Total confiança no relacionamento conjugal. Elas se unem e acreditam ter encontrado o amor de suas vidas, a partir daí vem os filhos, surgem os problemas financeiros e as brigas começam a ocorrer com frequência; fatores estes que motivam muitos homens a acreditar que podem agredir suas parceiras, ocasionando, muitas vezes, ferimentos físicos e/ou psicológicos, tais como:medo de se relacionar novamente,comprometimento da Maternidade, sentimento de indignidade enquanto mulher.
O Brasil é um dos países mais violentos quando se refere a violência contra a mulher, o que é comprovado pelo número de agressões e a taxa de feminicídio que só vem aumentando cada vez mais. Um levantamento feito pelo escritório das nações unidas para crimes e drogas apontou que no Brasil, a taxa é de 4 mulheres mortas para cada 100mil grupos de mulheres, ou seja, 74% superior à média mundial.
Portanto, para que se possa ajudar essas vítimas faz-se necessário a implementação de mais delegacias, além de casas de apoio e projetos governamentais que incentivem a colaboração da sociedade em denunciar os crimes por meio de campanhas incentivadoras. Como disse o filósofo, Immanuel Kant, o homem é aquilo que a educação faz dele, com isso o MEC deve estabelecer mas escolas públicas palestras, ministradas por professores e psicólogos, com o intuito de discutir a igualdade de gênero e a importância do respeito. A legislação brasileira deveria criar mais leis a favor da mulher e punir com mais justiça os agressores que cometem esse verdadeiro ato de barbaridade.