Thomas Hobbes fala a respeito de status sociais e afirma que as posições sociais são horrorosas. No entanto, no Brasil, honra está em apenas ter muito dinheiro ou seja quanto mais dinheiro mais bem vista pela sociedade, mesmo que o dinheiro seja conseguido de uma forma ilícita, pois observa-se que a repressão contra a pessoa que têm mais dinheiro são mais brandas e mesmo sendo acusadas de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e até tráfico de pessoas; por serem abordadas em uma casa de luxo são chamados com referência para comparecer à delegacia o que não se observa em casa de favelas.
No entanto, na favela a situação é diferente da já referida antes, pois as pessoas que por leve crimes são tratadas super mal por policiais que invadem, quebram a porta e em alguns casos que não vão para o ar, pois foi uma denúncia falsa. Porém para não prejudicar as ações policiais, nunca é mostrado o erro transformando em círculo vicioso a punição apenas para os pobres e a punição bem reverente para os ricos, causando assim, a promoção do preconceito de que apenas as pessoas pobres são ladras, estupradores, assassinas e traficantes fazendo com que os indivíduos que assistem a programas extremamente abusivos acreditem que apenas os indivíduos de baixa condições financeiras são a doença da sociedade.
Com tudo, conclui-se que cabe ao poder legislativo junto com o poder judiciário desenvolvam leis venham aplicá-las de forma justa a ponto de ser obrigatório também aos policiais tratarem todos com imparcialidade, independente da condição financeira. Os policiais ficam com a obrigação de praticar uma abordagem mais justa e parcial para com todos os cidadãos pois, hoje, embora o país seja democrático ainda não há imparcialidade que é tão necessário para a justiça acontecer de verdade. E, cabe ao ministério da educação desenvolver projetos escolares e palestras voltadas para as comunidades pobres que não têm consciência dos seus direitos e deveres, pôs com consciência os abusos não acontecem.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 40% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. Seu texto apresenta estrutura sintática com certa organização, porém com muitos desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual, que comprometem a compreensão das ideias.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 40% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante apresenta repertório limitado de recursos coesivos e articula as partes do texto de forma insuficiente, com muitas inadequações, o que compromete a organização das ideias.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora, de forma mediana, pouco consistente, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Principais erros: 1) Norma padrão: vícios como È em vez de É, missing acentuação, frases quebradas. Ex.: “È claro” → “É claro”; “abusou midiático” confuso; uso inadequado de vírgulas. 2) Tema/competência 2: falha na construção dissertativa (introdução, desenvolvimento, conclusão ausentes ou mal definidos) e uso inadequado de Hobbes sem relação clara com o tema. 3) Argumentação (comp.3): generalizações, exemplos soltos, falta de dados/fonte. 4) Coesão (comp.4): conectivos fracos ou ausentes, frases apenas encadeadas de forma abrupta. 5) Proposta de intervenção (comp.5): há agentes e ações, mas sem detalhamento de meios e finalidade sustentada; melhoria: indicar ações específicas, prazos, recursos e avaliação. Sugestão de reescrita: reorganizar em parágrafos com introdução clara, desenvolvimento por argumentos com conectivos (além de “portanto”, “porém”, “além disso”) e uma conclusão que proponha intervenção com agente, ação, meio e finalidade.
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