- 25 Out 2025, 22:50
#158786
No início do século passado o cinema era centrado apenas a elite e dificilmente pessoas menos abastadas tinham acesso as salas de cinema.Além disso, a exclusão era também regional já que o Norte, Nordeste e as periférias são as que menos têm espectadores.
Cresceu o percentual de brasileiros que frequentam o cinema, chegando a mais de dezessete por cento da população. Contudo, pode ser um problema já que não há estrutura nem salas de cinema suficiente para o acesso de todos, o crescimento acelerado das cidades com o alto fluxo migratório fez com que mais de 120 milhões de pessoas fossem para os grandes centros urbanos, fazendo com que não haja tempo para a construção de novos cinemas.
Para que o cinema seja mais acessível a população de baixa renda e de regiões mais afastado e fundamental que o Governo Federal se junte com a iniciativa privada para que possam reduzir o preço dos ingressos,promoções, para que haja maior interesse, que sejam criadas salas novas e maiores em locais mais afastadas como no interior e nas periférias, para que todos tenham acesso a cultura, como disse Gilberto Gil: "a cultura é ordinária, precisamos dela assim como de arroz e feijão".
Cresceu o percentual de brasileiros que frequentam o cinema, chegando a mais de dezessete por cento da população. Contudo, pode ser um problema já que não há estrutura nem salas de cinema suficiente para o acesso de todos, o crescimento acelerado das cidades com o alto fluxo migratório fez com que mais de 120 milhões de pessoas fossem para os grandes centros urbanos, fazendo com que não haja tempo para a construção de novos cinemas.
Para que o cinema seja mais acessível a população de baixa renda e de regiões mais afastado e fundamental que o Governo Federal se junte com a iniciativa privada para que possam reduzir o preço dos ingressos,promoções, para que haja maior interesse, que sejam criadas salas novas e maiores em locais mais afastadas como no interior e nas periférias, para que todos tenham acesso a cultura, como disse Gilberto Gil: "a cultura é ordinária, precisamos dela assim como de arroz e feijão".