- 13 Dez 2021, 17:34
#83847
Na série ''Maid'', produzida e publicada pela Netflix, é trazida a tona a realidade de uma mãe dos Estados Unidos que teve dificuldade para acessar os benefícios sociais, por não haver todos os documentos de identificação necessários, aos quais não sabia da importância e necessidade de possuir. Infelizmente essa realidade não destoa da brasileira já que, devido à ineficiência estatal em instruir a população sobre a importância de haver a documentação básica, pessoas ficam sem acesso a programas governamentais que dão auxílios para reduzir a desigualdade que asola o Brasil.
Em primeiro lugar vale resaltar que a instrução acadêmica básica é impressíndivel para a construção de um país desenvolvido e uma sociedade cidadã. Isso pode ser observado no livro ''Como as democracias morrem'' que demonstra uma sociedade com amplo acesso a documentação pessoal tem uma democracia onde a maior parte da população faz valer seus direitos civis, como, por exemplo, o direito ao voto.
Ademais, a falta do registro civil gera um impasse ao acesso ao ensino público o que acarreta em desemprego e pobreza principalmente nas regiões mais populosas e periféricas. Uma estatística que demonstra esse fato é a de que, segundo o IGBE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), no ano de 2015 a quantidade estimada de pessoas sem o registro de nascimento é de aproximadamente 1,15 milhões de pessoas no sudeste brasileiro o que demonstra que mesmo com acesso gratuito garantido pela lei nº 9534 de 1997 ainda faltam ações governamentais para o amplo cadastramento de tais registros.
Em virtude dos fatos mencionados urge o Estado através do Ministério da Educação crie políticas públicas que aprimorem o conhecimento da população sobre haver os documentos de identificação pessoal. Essa políticas públicas podem ser baseadas em workshops, panfletos e palestras gratuitas distribuídas nas escolas públicas que visem ampliar o saber dos jovens acerca de sua cidadania, para assim, criar mais igualdade na sociedade brasileira.
Em primeiro lugar vale resaltar que a instrução acadêmica básica é impressíndivel para a construção de um país desenvolvido e uma sociedade cidadã. Isso pode ser observado no livro ''Como as democracias morrem'' que demonstra uma sociedade com amplo acesso a documentação pessoal tem uma democracia onde a maior parte da população faz valer seus direitos civis, como, por exemplo, o direito ao voto.
Ademais, a falta do registro civil gera um impasse ao acesso ao ensino público o que acarreta em desemprego e pobreza principalmente nas regiões mais populosas e periféricas. Uma estatística que demonstra esse fato é a de que, segundo o IGBE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), no ano de 2015 a quantidade estimada de pessoas sem o registro de nascimento é de aproximadamente 1,15 milhões de pessoas no sudeste brasileiro o que demonstra que mesmo com acesso gratuito garantido pela lei nº 9534 de 1997 ainda faltam ações governamentais para o amplo cadastramento de tais registros.
Em virtude dos fatos mencionados urge o Estado através do Ministério da Educação crie políticas públicas que aprimorem o conhecimento da população sobre haver os documentos de identificação pessoal. Essa políticas públicas podem ser baseadas em workshops, panfletos e palestras gratuitas distribuídas nas escolas públicas que visem ampliar o saber dos jovens acerca de sua cidadania, para assim, criar mais igualdade na sociedade brasileira.