- 09 Jun 2021, 02:46
#66109
⠀⠀⠀Em 2019, no Carnaval do Rio de Janeiro, era notável a quantidade de campanhas publicitárias das empresas "AME", "Uber" e "AmBev" com incentivos à filiação dos ambulantes aos aplicativos das marcas. Nos mercados, é possível comprar leites, como os da "Elegê", com o selo "obtido por agricultura familiar". Porém, tais casos ainda são minoria em um país que carece de apoio e visibilidade para reorganizar-se economicamente de forma efetiva.
⠀⠀⠀No âmbito rural, repreende-se o trabalho humanizado popular. Um exemplo, a produção familiar, organização essencial para o desenvolvimento brasileiro, porque alimenta e edifica a base da pirâmide social, é sufocada por grandes latifundiários. Nesse mesmo contexto, extrativistas nativos - indígenas, quilombolas e ribeirinhos - que possuem conhecimento e respeito à natureza são combatidos por grandes empresas que exploram desenfreadamente o sustento de tais grupos e do meio ambiente. Verifica=se então, que a proteção desses núcleos causaria uma melra da imagem brasileira global, e, consequentemente, investimentos externos verdes.
⠀⠀⠀No âmbito urbano, falta apoio legal às novas atividades. Atualmente, trabalhadores autônomos possuem vínculos empregatícios ilegais, por conseguinte, permanecem instáveis e sem garantias quaisquer. Tal massa une-se aos novos "empreendedores digitais": programadores, influenciadores e outras, que já somam uma parcela notável da população economicamente ativa. Evidencia-se, que ao não formalizar esses trabalhadores, o Estado perde grandes injeções de impostos e renda para usar como artifício contra a atual crise econômica.
⠀⠀⠀Portanto, é necessário proteger e valorizar a mão-de-obra pequena e familiar. As empresas brasileiras devem, então, formar laços com produtores e extrativistas pequenos, via consultorias especializadas, para obter matéria-prima ecológica, visto que existem incentivos para a ação, que gerará um bom retorno popular também. Além disso, influenciadores digitais podem pressionar a gestão pública para a criação do Estatuto do Empreendedor Digital, com mutirões de seguidores nas redes sociais, para benefício mútuo do dos envolvidos, porque criará direitos e deveres. Com tais medidas, a sociedade será reorganizada e poderá curtir o próximo Carnaval com consciência de que estará empregada, estável e respaldada federalmente.
⠀⠀⠀No âmbito rural, repreende-se o trabalho humanizado popular. Um exemplo, a produção familiar, organização essencial para o desenvolvimento brasileiro, porque alimenta e edifica a base da pirâmide social, é sufocada por grandes latifundiários. Nesse mesmo contexto, extrativistas nativos - indígenas, quilombolas e ribeirinhos - que possuem conhecimento e respeito à natureza são combatidos por grandes empresas que exploram desenfreadamente o sustento de tais grupos e do meio ambiente. Verifica=se então, que a proteção desses núcleos causaria uma melra da imagem brasileira global, e, consequentemente, investimentos externos verdes.
⠀⠀⠀No âmbito urbano, falta apoio legal às novas atividades. Atualmente, trabalhadores autônomos possuem vínculos empregatícios ilegais, por conseguinte, permanecem instáveis e sem garantias quaisquer. Tal massa une-se aos novos "empreendedores digitais": programadores, influenciadores e outras, que já somam uma parcela notável da população economicamente ativa. Evidencia-se, que ao não formalizar esses trabalhadores, o Estado perde grandes injeções de impostos e renda para usar como artifício contra a atual crise econômica.
⠀⠀⠀Portanto, é necessário proteger e valorizar a mão-de-obra pequena e familiar. As empresas brasileiras devem, então, formar laços com produtores e extrativistas pequenos, via consultorias especializadas, para obter matéria-prima ecológica, visto que existem incentivos para a ação, que gerará um bom retorno popular também. Além disso, influenciadores digitais podem pressionar a gestão pública para a criação do Estatuto do Empreendedor Digital, com mutirões de seguidores nas redes sociais, para benefício mútuo do dos envolvidos, porque criará direitos e deveres. Com tais medidas, a sociedade será reorganizada e poderá curtir o próximo Carnaval com consciência de que estará empregada, estável e respaldada federalmente.
- 22 Mai 2024, 19:10
#129848
- Estrutura incompleta.
Veja a estrutura completa da redação do ENEM:
ESTRUTURA DA REDAÇÃO DO ENEM
1-INTRODUÇÃO (1 parágrafo)
A-contextualização (repertório sociocultural) (no máximo 3 linhas):
B- tema (palavras-chaves)(no máximo 1 linha)
C-tese + 2 argumentos (2 problemas) (podem ser causas ou consequências) (no máximo 3 linhas)
2- DESENVOLVIMENTO (2 parágrafos)
1º parágrafo: Defender o 1º argumento da tese (problema 1)
A--tópico frasal (no máximo 2 linhas):
B- explicação (argumento)(no máximo 3 linhas)
C- exemplificação (repertório sociocultural)(no máximo 3 linhas)
D-conclusão (no máximo 2 linhas):
2º parágrafo: Defender o 2º argumento da tese (problema 2)
A-tópico frasal(no máximo 2 linhas):
B- explicação (argumento)(no máximo 3 linhas):
C- exemplificação (repertório sociocultural) (no máximo 3 linhas):
D- conclusão(no máximo 2 linhas):
3- CONCLUSÃO (1 parágrafo)
A- conectivo (no máximo 1 linha)
B- retomada dos dois problemas citados na tese e defendidos no desenvolvimento (no máximo 1 linha)
C-proposta de intervenção:
1- Quem vai resolver o problema? (agente)(no máximo 1 linha):
2- O que será feito? (ação)(no máximo 2 linhas):
3- Como será feito? (modo)(no máximo 2 linhas):
4- Para quê? (efeito) (para resolver os dois problemas citados na tese e defendidos no desenvolvimento)(no máximo 2 linhas):
Veja a estrutura completa da redação do ENEM:
ESTRUTURA DA REDAÇÃO DO ENEM
1-INTRODUÇÃO (1 parágrafo)
A-contextualização (repertório sociocultural) (no máximo 3 linhas):
B- tema (palavras-chaves)(no máximo 1 linha)
C-tese + 2 argumentos (2 problemas) (podem ser causas ou consequências) (no máximo 3 linhas)
2- DESENVOLVIMENTO (2 parágrafos)
1º parágrafo: Defender o 1º argumento da tese (problema 1)
A--tópico frasal (no máximo 2 linhas):
B- explicação (argumento)(no máximo 3 linhas)
C- exemplificação (repertório sociocultural)(no máximo 3 linhas)
D-conclusão (no máximo 2 linhas):
2º parágrafo: Defender o 2º argumento da tese (problema 2)
A-tópico frasal(no máximo 2 linhas):
B- explicação (argumento)(no máximo 3 linhas):
C- exemplificação (repertório sociocultural) (no máximo 3 linhas):
D- conclusão(no máximo 2 linhas):
3- CONCLUSÃO (1 parágrafo)
A- conectivo (no máximo 1 linha)
B- retomada dos dois problemas citados na tese e defendidos no desenvolvimento (no máximo 1 linha)
C-proposta de intervenção:
1- Quem vai resolver o problema? (agente)(no máximo 1 linha):
2- O que será feito? (ação)(no máximo 2 linhas):
3- Como será feito? (modo)(no máximo 2 linhas):
4- Para quê? (efeito) (para resolver os dois problemas citados na tese e defendidos no desenvolvimento)(no máximo 2 linhas):
A prática meticulosa e a correção criteriosa caminham lado a lado rumo à perfeição.