- 04 Fev 2022, 20:21
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Observando a sociedade como um todo, é possível notar grande contraste de pensamento entre gerações, que por sua vez, geram debates e conflitos. É comum vermos pais e filhos, avôs e netos, discutirem sobre os mais diversos assuntos, indo de politica a qual estilo de música é o melhor. Notamos também que pessoas da mesma geração tendem a ter posicionamentos sociopolíticos iguais ou parecidos.
Estudos apontam que o contexto econômico e politico em que vivemos influenciam diretamente nossas decisões no futuro. Em 2018, durante as eleições para presidente, encontramos um Brasil dividido. Cidadãos com mais de 40 anos eram, em sua maioria, apoiadores do atual presidente Jair Bolsonaro, enquanto os mais novos organizavam campanhas na internet contra o, na época, candidato. Vimos claramente o contraste de ideias, resultado, principalmente, pelo fato de que, entre o final da década de 40 e inicio da década de 80, o Brasil viveu uma ditadura militar, marcada pela censura, causando aos estudantes da época, sobretudo aos mais pobres, um déficit na capacidade de pensar e analisar os fatos, transformando-os em seres alienados.
Diane disso, os debates viraram ainda mais presentes no dia a dia das famílias. Filhos demonizando os pais por terem pensamentos diferentes, pais castigando seus filhos por expressarem sua opinião. A divergência de pensamentos entre gerações sempre existiu e sempre existira, porém se colocar no lugar do outro e respeita-lo é essencial. No filme " De volta para o futuro" o personagem principal volta no tempo e encontra seu pai durante a juventude. A partir daí ele consegue entender muitos posicionamentos do pai e porque ele age como age. É importante conhecer a historia e o passado da pessoa antes de julga-la.
A vista disso, é necessário tomar atitudes para que haja harmonia entre as gerações, e que se diminua os conflitos. Para isso o MEC deve investir no ensino de historia, sociologia e filosofia, para que o cenário pós-ditadura não se repita. Juntamente a isso, as pessoas devem aprender, por si só, a conviver com diferentes tipos de pensamentos e crenças. Para que vejamos a vida melhor no futuro, assim como diz o musico Lulu Santos em sua canção, Tempos modernos.
Estudos apontam que o contexto econômico e politico em que vivemos influenciam diretamente nossas decisões no futuro. Em 2018, durante as eleições para presidente, encontramos um Brasil dividido. Cidadãos com mais de 40 anos eram, em sua maioria, apoiadores do atual presidente Jair Bolsonaro, enquanto os mais novos organizavam campanhas na internet contra o, na época, candidato. Vimos claramente o contraste de ideias, resultado, principalmente, pelo fato de que, entre o final da década de 40 e inicio da década de 80, o Brasil viveu uma ditadura militar, marcada pela censura, causando aos estudantes da época, sobretudo aos mais pobres, um déficit na capacidade de pensar e analisar os fatos, transformando-os em seres alienados.
Diane disso, os debates viraram ainda mais presentes no dia a dia das famílias. Filhos demonizando os pais por terem pensamentos diferentes, pais castigando seus filhos por expressarem sua opinião. A divergência de pensamentos entre gerações sempre existiu e sempre existira, porém se colocar no lugar do outro e respeita-lo é essencial. No filme " De volta para o futuro" o personagem principal volta no tempo e encontra seu pai durante a juventude. A partir daí ele consegue entender muitos posicionamentos do pai e porque ele age como age. É importante conhecer a historia e o passado da pessoa antes de julga-la.
A vista disso, é necessário tomar atitudes para que haja harmonia entre as gerações, e que se diminua os conflitos. Para isso o MEC deve investir no ensino de historia, sociologia e filosofia, para que o cenário pós-ditadura não se repita. Juntamente a isso, as pessoas devem aprender, por si só, a conviver com diferentes tipos de pensamentos e crenças. Para que vejamos a vida melhor no futuro, assim como diz o musico Lulu Santos em sua canção, Tempos modernos.